Ouvir Baixar Podcast
  • 14h27 - 14h30 GMT
    Flash de notícias 16/12 14h27 GMT
  • 14h06 - 14h27 GMT
    Programa 16/12 14h06 GMT
  • 14h00 - 14h06 GMT
    Jornal 16/12 14h00 GMT
  • 08h57 - 09h00 GMT
    Flash de notícias 16/12 08h57 GMT
  • 08h33 - 08h57 GMT
    Programa 16/12 08h33 GMT
  • 08h30 - 08h33 GMT
    Jornal 16/12 08h30 GMT
  • 08h36 - 08h57 GMT
    Programa 15/12 08h36 GMT
  • 08h30 - 08h36 GMT
    Jornal 15/12 08h30 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.

“Na diáspora, escrever é um exercício diário de volta à nossa cultura”, diz Sônia Palma, autora radicada na Inglaterra

“Na diáspora, escrever é um exercício diário de volta à nossa cultura”, diz Sônia Palma, autora radicada na Inglaterra
 
Sônia Palma: autora radicada na Inglaterra, participa em Paris do primeiro encontro europeu do Mulherio das Letras. Élcio Ramalho/RFI

Em outubro passado, a cidade de João Pessoa, na Paraíba, recebeu o primeiro encontro do Mulherio das Letras, o coletivo de mulheres autoras, editoras e profissionais do mercado editorial brasileiro, que já conta com 5 mil membras. Neste sábado (25), a seção europeia do Mulherio realiza o seu primeiro encontro em Paris, reunindo nove escritoras radicadas na Europa. No estúdio da RFI, recebemos a autora Sônia Palma.

As descobertas de Amana nas matas de Utiariti é o nome da obra infanto-juvenil de Sônia Palma, que mora na Inglaterra há quatro anos.

Publicado em 2014, numa edição bilíngue (português/inglês), o livro surgiu a partir da experiência de trabalho da autora com indígenas do Mato Grosso, quando fazia um mestrado em Educação Ambiental nas aldeias do Parque Indígena do Xingu.

Agora, Sônia milita pela maior visibilidade das autoras brasileiras do Mulherio das Letras na Europa, com mais de 150 membras reunidas na sua página no Facebook. São mulheres que, como ela, enfrentam não só as dificuldades impostas às mulheres que querem escrever, mas também a solidão do exílio.

“Eu não me considero uma escritora. Eu me considero uma mulher, vivendo na diáspora, e que escreve na diáspora. Isso é muito complicado. Eu vivo numa cidade onde não há outros brasileiros. Sou a única brasileira de uma cidade muito pequena. Logo, eu só tenho amigos ingleses com quem conversar. Escrever (em português) é um exercício diário de volta à minha cultura”, explica Sônia.

Clique no box abaixo para assistir à entrevista completa da escritora Sônia Palma.

 


Sobre o mesmo assunto

  • RFI CONVIDA

    Izabella Borges: "existe uma lenda que literatura brasileira não vende na França"

    Saiba mais

  • Cultura

    Templo da literatura lusófona em Paris, editora Chandaigne celebra 25 anos

    Saiba mais

  • RFI CONVIDA

    "Clarice Lispector é única não só no Brasil, mas no mundo também", diz biógrafo Benjamin Moser

    Saiba mais

  • RFI CONVIDA

    Literatura brasileira não é só Jorge Amado, defende editora francesa

    Saiba mais

  • RFI CONVIDA

    Festival leva literatura infanto-juvenil a brasileiros no exterior

    Saiba mais

  • RFI CONVIDA

    Bernardo Carvalho, escritor: "A literatura que importa é a literatura de dissenso, radical"

    Saiba mais

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. ...
  5. seguinte >
  6. último >
Programas
 
O tempo de conexão expirou.