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“Sem gravadora, estou livre para fazer a música que eu gosto”, declara a cantora Mariana da Cruz

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“Sem gravadora, estou livre para fazer a música que eu gosto”, declara a cantora Mariana da Cruz
 
Mariana da Cruz: batidas afro-brasileiras mescladas com a batida eletrônica europeia. RFI

Nascida em São Paulo, Mariana da Cruz passou por Lisboa e Londres antes de se radicar em Berna, na Suíça. De lá, a cantora vem conquistando fãs em toda a Europa com o seu repertório eclético de raízes afro-brasileiras.

“Eu venho de uma família pobre, e a gente não tinha condições de comprar CDs. Mas eu ouvia muito rádio, e hoje posso dizer que as minhas influências são Cartola, Ney Matogrosso, dona Ivone Lara. Enfim, eu gosto de misturar a batida da música afro-brasileira com a batida da música europeia, que é a música eletrônica”, explica Mariana da Cruz.

Morando no cantão de Berna, ela parece isolada da cena musical urbana, encontrada, com mais frequência, nas grandes capitais europeias, como Londres e Paris. Da distância, porém, ela faz uma vantagem.

“A Suíça é um país pequeno, que não tem uma grande tradição de música pop urbana. Está longe de ser um celeiro musical como o Brasil. Por outro lado, lá eu tenho acesso a tudo o que se ouve em todos os outros países. Posso misturar tudo isso, fazendo o meu suco musical”, diz a cantora.

Carreira independente

Divulgando e comercializando o seu trabalho de maneira independente, Mariana da Cruz vai conquistando o seu público pouco a pouco, num contato quase direto com os fãs.

“É um trabalho de formiguinha, que avança lentamente. Isso me ajuda a estar mais próxima do meu público. As grandes gravadoras interferem no trabalho do músico com a intenção de ganhar mais dinheiro.  Eu prefiro o caminho independente, com divulgação através do Spotify. Assim, sinto-me livre para criar”, conclui.

Neste sábado (7), Mariana da Cruz lança o seu quinto álbum Eco do Futuro na casa de espetáculos FGO-Barbara, em Paris.

 


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