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Arte urbana de Paris e Rio dialogam em exposição

Arte urbana de Paris e Rio dialogam em exposição
 
Quadro de Clément Laurentin em exposição na mostra "9168", em Créteil. Foto: Patricia Moribe

“9168: Paris-Rio” é o título de uma exposição que acontece em Créteil, subúrbio a sudeste de Paris até 4 de janeiro de 2017. O número se refere à distância em quilômetros entre a capital francesa e o Rio de Janeiro. A ideia é de um diálogo entre a arte urbana das duas cidades.

A exposição acontece na Maison de Culture de Créteil, Casa da Cultura de Créteil. A esplanada diante do local é dominada por skatistas no final de semana, dando o tom da mostra que acontece no interior.

O curador é o também artista urbano Henry Hang. Apaixonado pelo Brasil, ele conta que a seleção foi feita em suas viagens para o Rio, contactando amigos, visitando comunidades e até descobrindo talentos no metrô, como foi o caso do artista Searc. Outro representante da arte urbana brasileira é Carlos Barbosa de Oliveira, morador da Favela Santa Marta, que começou a desenvolver seu lado artístico a partir de um programa federal, o Economia Solidária.

Artes paralelas

Henry Hang conta que outro objetivo foi de juntar arte contemporânea e o grafite, o street art. “Aqui na França o grafite é bastante valorizado, mas segue uma trajetória paralela à arte contemporânea”, conta. E por isso, ele acrescenta, resolveu promover um diálogo entre as duas disciplinas, com exemplos franceses e brasileiros.

A exposição 9168 traz jovens artistas dos dois países. Entre os franceses, há o abstrato de Madeleine Sins, a deformação e o movimento de imagens urbanas de Adelle Taillefert, e os grafites inspirados por Nova York de Lazoo. Do Brasil, o público francês descobre, além das visões da favela Santa Marta de Barbosa, as fotografias de Douglas Neves, os grafites coloridos de Toz e as intervenções nos muros cariocas de Searc ou Pok.

 


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