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Música também é alvo de preconceito, diz pesquisador

Música também é alvo de preconceito, diz pesquisador
 
O músico e pesquisador Arthur Cornélio se interessou pelo preconceito no mundo da música RFI

A batalha entre os puristas da música erudita e os defensores da música popular sempre existiu. No entanto, o que muita gente não sabe é que essa disputa persiste, até mesmo dentro das escolas e universidades. Esse é o tema de uma pesquisa realizada por Arthur Cornélio, músico brasileiro radicado em Paris, que participou do RFI Convida.

Bacharel em composição e canto lírico pela UFMG e mestre em antropologia musical pela Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris (EHESS), Arthur Cornélio sempre se interessou por diferentes ritmos. Após a publicação do livro "Cantos Tikmu'un: para abrir o mundo", sobre cantos indígenas das aldeias de Minas Gerais, ele se dedicou aos preconceitos sofridos pelos gêneros musicais na academia, tema que guiou seu mestrado na capital francesa. “Eu tentei sair das dicotomias que consistem em pensar que no conservatório há apenas música erudita”, conta o pesquisador.

No entanto, ele também se interessou pelas várias hierarquias que existem dentro de cada nicho musical. “Existe muito preconceito em relação aos cantores, sobre o fato de que não saberiam teoria, ou ainda o preconceito contra os compositores, como se não soubessem tocar, mas apenas ‘escrever bolinhas no papel’”, comenta o pesquisador, que também é músico convidado do Atemoia, um grupo que faz concertos em Paris, apenas com obras de compositores lusófonos.

Ouça a entrevista completa clicando na foto acima ou assista o vídeo abaixo.


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