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Cultura

Premiê canadense lamenta morte de poeta e músico Leonard Cohen

media Leonard Cohen, em julho de 2008, na Espanha. DIEGO TUSON / AFP

“Leonard, nenhum outro artista fez música e poesia como você”, declarou o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, em um comunicado nesta sexta-feira (11), a respeito da morte de Leonard Cohen, aos 82 anos. Nascido em Montreal, em 1934, o compositor morreu em Los Angeles, na quinta-feira (10).

Trudeau acrescentou que Cohen seria “lembrado com carinho pela voz rouca, o humor irônico e letras inquietantes, que faziam de suas canções as favoritas de muitas gerações”. Segundo o líder canadense, “Cohen é tão atual hoje, quanto nos anos 1960. Sua habilidade em evocar o vasto leque de emoções humanos o tornou um dos mais influentes músicos de todos os tempos, com um estilo que transcendia os modismos”.

Conhecido por composições como “So Long, Marianne”, “Suzanne” e “Hallelujah”, o músico canadense morava na Califórnia. O prefeito de Montreal, Denis Coderre, decretou que as bandeiras fossem hasteadas a meio mastro. “Perdemos um dos nossos maiores embaixadores e ícones”, tuitou o prefeito.

Canadá sempre presente

Cohen também viveu quando jovem na ilha grega de Hidra, além de ter passado alguns anos, na década de 1990, em um retiro zen budista perto de Los Angeles. Mas a conexão com seu país natal sempre foi forte. Em 2000, Cohen foi uma das pessoas que conduziram o caixão do ex-primeiro-ministro Pierre Trudeau, pai do atual premiê, ao lado do ex-presidente americano Jimmy Carter e do então líder cubano Fidel Castro.

O músico lançou seu último álbum “You Want It Darker” em outubro, com canções em que refletia sobre a morte. Frequentemente comparado a Bob Dylan por seu estilo, Cohen recebeu vários prêmios, como o Grammy pelo conjunto de sua obra, em 2010, e Príncipe das Astúrias, da Espanha, em 2011.

 

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