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Exposição em Paris retrata Brasil do século 19

Exposição em Paris retrata Brasil do século 19
 
O francês Jacques Leenhardt, curador da exposição "L'Atelier tropical" RFI

Há 200 anos um grupo de artistas europeus desembarcava no Brasil com o objetivo de criar a Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro. O trabalho do pintor Jean-Baptiste Debret, um dos principais nomes dessa missão francesa, é apresentado atualmente em Paris. RFI Convida Jacques Leenhardt, curador da exposição intitulada L'Atelier Tropical - Jean-Baptiste Debret, peintres, écrivains et savants français au Brésil (1816-1850).

Com suas aquarelas, Jean-Baptiste Debret (1768-1848) foi uma das principais testemunhas da evolução do Brasil em meados do século 19. Mesmo se sua função oficial era “pintor da corte”, ele foi além e produziu, durante sua estadia no país, entre 1815 e 1831, algumas das mais emblemáticas imagens de um país que tentava sair aos poucos de dois séculos de colonização.

Parte de suas obras são expostas até 20 de dezembro na Maison de l’Amérique Latine, em Paris, em um evento que contou com a presença do presidente francês François Hollande na inauguração. Na mostra, é possível ver que, ao contrário de muitos viajantes, deslumbrados com o exotismo brasileiro, o pintor se interessou pelas contradições e contrastes do Brasil, como o destino reservado aos índios ou a dependência dos colonos da mão-de-obra escrava.

“Debret mostra que o desenvolvimento do Brasil está totalmente nas mãos dos escravos, pois eles sabem fazer tudo, e fazem tudo”, comenta Jacques Leenhardt, curador da exposição e diretor de pesquisas da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris (EHESS na sigla em francês). “De uma certa maneira é uma crítica à escravidão”, analisa o especialista, que também reedita, em francês e em português, do livro Voyage pittoresque et historique au Brésil, que retratou a experiência de Debret na sua volta à França.

Clique abaixo e assista a entrevista. 


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