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Cultura

Polanski fala sobre coragem de cineasta Andrzej Wajda, morto aos 90 anos

media Andrzej Wajda, cineasta polonês. (CC)/Ralf Lotys/wikipédia

“Ele era um artista polonês por inteiro, mergulhado na problemática do país”, declarou nesta segunda-feira (10) o cineasta franco-polonês Roman Polanski a respeito de Andrzej Wajda, morto na véspera, de insuficiência pulmonar.

“Ele era para mim um símbolo de coragem e liberdade”, disse Polanski sobre o compatriota que retratou a Polônia dos anos 80 com cores realistas. A obra de Wajda inclui clássicos como "O Homem de mármore" (1977), uma crítica à Polônia comunista, seguida três anos depois por "O Homem de Ferro", Palma de Ouro em Cannes, que conta, quase em tempo real, a história do Solidariedade, o primeiro sindicato independente do bloco comunista.

Roman Polanski lembra que Wajda lhe ofereceu um papel quando estava começando, em “Geração”, de 1955. “Até o final, a imagem era muito importante para ele. Há oito dias ele mostrou seu último filme em um festival polonês, no qual era homenageado. Sua morte me surpreendeu e me entristece muito”, acrescenta o diretor de “O Bebê de Rosemary” e “Chinatown”.

Temas políticos predominam na obra de Wajda

Com o reconhecimento internacional, Wajda, crítico ferrenho do regime militar comunista na Polônia, passou a filmar no exterior, realizando obras como "Danton", com Gerard Depardieu, "Um amor na Alemanha" e "Os Possessos". O diretor ganhou um Oscar no ano 2000 pelo conjunto da obra.

O filme póstumo de Wajda, "Powidoki", que conta os últimos anos de vida do pintor de vanguarda Wladyslaw Strzeminski, e sua luta contra o stalinismo, vai representar a Polônia este ano no Oscar.
 

(Com informações da AFP)

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