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Maeve Jinkings: "Brasil hoje vive perversão maquiada de legitimidade"

Maeve Jinkings:
 
A atriz Maeve Jinkings em Biarritz, em 30 de setembro de 2016. LC

A atriz Maeve Jinkings foi a escolhida para apresentar o longa "Aquarius", do diretor Kleber Mendonça Filho, no Festival Biarritz América Latina 2016, uma das grandes vitrines da produção da região na Europa.

Apaixonada por seu trabalho, com uma carreira em ascensão, hoje ela é uma das artistas mais solicitadas do cinema brasileiro. Sobre "Aquarius", Maeve comenta: "É muito bonito viajar com o filme, conversar com pessoas de culturas tão diferentes, de lugares tão distantes do nosso, e perceber que não é regional, que são dramas humanos. Acho que a gente entende o filme justamente quando o divide com as pessoas”.

Engajada politicamente, a atriz relembrou ao público presente na projeção em Biarritz que o Brasil vive hoje a crise política mais grave desde a redemocratização. “Para mim, é muito claro que não posso usar outra palavra senão ‘golpe’. E acho que é mais perverso ainda. Acho que as pessoas subestimam o que acontece hoje. Não se trata nem de comparar ao golpe de 64, trata-se de reconhecer que a perversão do que a gente vive hoje vem maquiada de legitimidade, de legalidade”, critica.

Sobre sua carreira, Maeve tem dois longas que vão estrear no ano que vem, "Açúcar", de Renata Pinheiro e Sérgio Oliveira, e "Coiote", de Sérgio Borges, inspirado livremente no romance homônimo de Roberto Freire. Lança também o curta Vaca Profana, do diretor René Guerra, com roteiro de Gabriela Amaral Almeida, que ela define como “deliciosamente subversivo”.

Maeve começa também a filmar dois longas em 2017, um do diretor de "Brasília", Ardilei Queiroz, e o novo filme de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, "Bacurau". “Ele ainda não me convidou oficialmente, mas já disse a ele que se não me chamar vou sabotar as filmagens”, diz ela, dando risadas.


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