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Cultura

Morre o cineasta italiano Francesco Rosi, aos 92 anos

media O cineasta italiano Francesco Rosi. Augusto De Luca/Wikipedia

Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes, em 1972, com o filme “O Caso Mattei”, o diretor italiano Francesco Rosi morreu neste sábado (10), aos 92 anos. Ele era considerado um dos grandes mestres do cinema italiano, responsável pela renovação do gênero “investigação política”.

De acordo com o jornal Corrieri della Sera, o diretor e roteirista estava de cama há varias semanas, por causa de uma bronquite. Ele morreu durante o sono.

Entre documentário e ficção, seus filmes, herdeiros do cinema realista do pós-guerra, mostravam o peso dos mecanismos coletivos – poder, instituições ou dinheiro – sobre destinos individuais.

Rosi, que nasceu em 15 de novembro de 1922 em Nápoles, entrou para o mundo do espetáculo depois de estudar Direito. Começou no teatro e seguiu para o cinema, onde, em 1948, foi assistente de Luchino Visconti no filme "A terra treme". Sua colaboração com Visconti se prolongou em outros projetos como filme "Bellíssima", do qual foi roteirista.

Em 1961, ele filma “Salvatore Giuliano”, sobre o assassinato do célebre bandido siciliano, inovando a narração cinematográfica e inaugurando o gênero de filme investigação. Em 1963, ganhou o Leão de Ouro de Veneza com o filme "As mãos sobre a cidade", com Rod Steiger.

Dez anos mais tarde, em 1972, consegue o Grande Prêmio do Festival de Cannes com "O caso Mattei", que trata da morte em circunstâncias estranhas de Enrico Mattei, o presidente do grupo petroleiro ENI, em 1962.

O Festival de Berlim concedeu a ele o Urso de Ouro por sua carreira em 2009, e a Mostra de Veneza deu o Leão de Ouro pelo mesmo motivo em 2012.
 

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