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Cultura

Julie Gayet, pivô da separação de Hollande, comparece a entrega de prêmios

media Julie Gayet, à direita, em "Quai d'Orsay" © Etienne George

A atriz Julie Gayet, 41 anos, foi a grande surpresa da cerimônia de entrega do César, o principal prêmio do cinema francês, em sua primeira aparição pública desde a revelação de seu suposto caso com o presidente francês, François Hollande. Ela era concorrente ao prêmio de melhor atriz coadjuvante. Mas o grande vencedor da noite foi “Les Garçons et Guillaume, à table!”, com cinco prêmios.

“Les Garçons et Guillaume, à table!” chegou ao teatro do Chatelet, nesta sexta-feira (28), como grande favorito, com dez indicações. Ficou com os prêmios de melhor filme, ator, edição, roteiro adaptado e primeiro filme. Foi a consagração no cinema do já respeitado ator de teatro Guillaume Galliene, que adaptou sua peça de sucesso, dirigiu e atuou. O filme conta a bem-humorada história do delicado e sonhador Guillaume, sua paixão pelas mulheres, pela mãe e seus questionamentos sobre a sexualidade.

Outro filme de peso na competição era “Azul é a cor mais quente”, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, com oito indicações. Ficou com o prêmio de melhor esperança feminina, para Adèle Exarchopoulos.

Holofotes

Julie Gayet, indicada pelo filme "Quai d'Orsay", chamou muita atenção, mas o César de melhor atriz coadjuvante foi para a jovem Adèle Haenel. Outra concorrente na categoria foi Marisa Borini, mãe de Carla Bruni e sogra do ex-presidente Nicolas Sarkozy.

Foi a primeira aparição pública da atriz, desde que a revista de fofocas Closer publicou um furo a respeito do caso clandestino do presidente, no dia 10 de janeiro. A reportagem trazia fotos do presidente, com capacete, durante suas escapadas a um apartamento próximo do palácio do Eliseu. O paparazzo ficou meses à espreita dos flagrantes.

Julie Gayet processou a revista por “invasão de privacidade”. O palácio do Eliseu não negou o caso e Hollande se recusou a falar sobre o assunto. A então namorada e primeira-dama Valérie Trierweiller chegou a ser internada com depressão até que uma nota oficial comunicando o rompimento da relação foi divulgada.

Também nesta sexta-feira, Valérie Trierweiler voltou a aparecer em público na França, desde o estouro do escândalo. Ela estava na primeira fila do desfile da coleção outono-inverno Dior, que aconteceu no museu Rodin.

Os prêmios César 2014:

Melhor filme
Les Garçons et Guillaume, à table!

 Melhor atriz
Sandrine Kimberlain, em 9 mois ferme

Melhor ator
Guillaume Galliene, por Les Garçons et Guillaume, à table!

Melhor diretor
Roman Polanski, por Vênus em Visom

Melhor atriz coadjuvante
Adèle Haenel, em Suzanne.

Melhor filme estrangeiro
Alabama Monroe, de Félix Van Groeningen (Bélgica)

Melhor curta
Avant que de tout perdre

Melhor fotografia
Thomas Hardmeier, por L'Extravagant voyage du jeune et prodigieux T.S. Spivet

Melhor longa de animação
Loulou l'incroyable secret e Mademoiselle Kiki et les Montparnos

Edição
Valérie Deseine, por Les Garçons et Guillaume, à table!

Melhor roteiro adaptado
Guillaume Gallienne, por Les Garçons et Guillaume, à table!

Melhor documentário
Sur le cheminde l'école, dirigido par Pascal Plisson

César de honra
Scarlett Johnasson

Melhor esperança masculina
Pierre Deladonchamps em L'inconnu du lac.

Melhor som
Jean-Pierre Duret, Jean Mallet e Mélissa Petitjean por Michael Kohlhaas

Melhor cenografia
Stéphane Rozenbaum pour L'Ecume des jours

Melhor música original
Martin Wheeler por Michael Kohlhaas

Melhor ator coadjuvante
Niels Arestrup, em Quai d’Orsay

Melhor roteiro original
Albert Dupontel, por 9 mois ferme

Melhor figurino
Pascaline Chavanne, por Renoir

Melhor primeiro filme
Les garçons et Guillaume, à table!

Melhor esperança feminina
Adèle Exarchopoulos, por Azul é a cor mais quente
 

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