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Cultura

Nova versão da morte de Van Gogh pode alterar filme sobre artista

media Túmulo de Vincent van Gogh, em Auvers-sur-Oise. (L.Dunod)

A versão de que Van Gogh teria sido assassinado por acidente e não cometido suicídio, como sempre se acreditou, pode mudar o final de um filme ainda em produção sobre a vida do artista.

Segundo uma nova biografia, Vincent van Gogh, nascido na Holanda em 1853, teria sido morto por engano por dois adolescentes que brincavam com uma arma em Auvers-sur-Oise, nos arredores de Paris, onde o artista morava. A teoria que vem causando polêmica mundial foi escrita a quatro mãos por dois americanos – Gregory White Smith e Steven Naifeh – que em 1991 receberam o cobiçado prêmio Pulitzer pela biografia do pintor Jackson Pollock.

A roteirista do filme, em pré-produção, sobre a vida do artista, Kira Madallo Sesay, afirmou que o projeto pode ter um outro final. Ela acrescentou que o ator principal ainda não foi escolhido e que o filme vai ser rodado na Europa em locais onde o artista viveu.

Os autores da nova biografia passaram dez anos estudando a vida de van Gogh. Eles chegaram a vários indícios que parecem corroborar a teoria de morte acidental. O primeiro é o relato de um historiador, que visitou a região nos anos 1930 e coletou testemunhos de pessoas que afirmavam que Van Gogh disse em seu leito de morte ter tentado o suicídio, mas na verdade estaria protegendo dois adolescentes, que teriam atirado contra o artista por acidente.

Leo Jansen, curador do museu Van Gogh, de Amsterdã, diz que a nova versão é bastante interessante, uma vez que o suposto suicídio sempre suscitou muitas questões, a respeito de elementos básicos, como o local onde o tiro foi disparado e os motivos. Jansen lembra que a arma nunca foi encontrada.

Van Gogh foi vivido nas telas por Kirk Douglas, em 1956, em Sede de Viver.
 

 
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