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Não há risco de epidemia de malária vinda da Venezuela, mas de sarampo sim

Não há risco de epidemia de malária vinda da Venezuela, mas de sarampo sim
 
Antônio Carlos Bandeira, especialista em malária da Sociedade Brasileira de Infectologia. Divulgação

A notícia do aumento de casos de malária em vários países do mundo preocupa cada vez mais as autoridades. Regiões da África são as mais afetadas, mas países como a Venezuela, que enfrenta uma crise marcada pelo êxodo em massa da população, também são acompanhados com atenção. Mas será que o Brasil, que tem recebido cada vez mais refugiados venezuelanos, deve temer o risco de uma epidemia?

Há meses a Organização Mundial de Saúde vem alertando para o aumento de casos de malária na Venezuela. A doença, que retrocede em boa parte do mundo, com exceção do continente africano, vem ganhando proporções epidêmicas no país latino-americano.

No entanto, segundo o médico especialista em malária Antonio Carlos Bandeira, membro da Sociedade brasileira de infectologia, o Brasil não deve se preocupar com o impacto dessa recrudescência em seu território, apesar de aumento de fluxo migratório proveniente do território venezuelano.

“Claro que na Venezuela estamos assistindo uma crise social, de saúde e institucional, e isso piora mais o panorama na região por questões de deficiência no diagnóstico e no próprio tratamento”, avalia o médico. Porém, ele lembra que a situação é bem diferente no Brasil, que vem assistindo a uma queda progressiva dos casos de malária nos últimos anos.

“A situação no Brasil ainda é um grande problema de saúde pública na região amazônica”, explica o infectologista. No entanto, pondera, a situação está sendo controlada. “Já chegamos a 600 mil casos de malária em 2005, e esse número vem caindo progressivamente. No ano de 2018 chegamos a aproximadamente 180 mil casos, e a meta do ministério da Saúde do Brasil é reduzir isso para menos de 100 mil casos anuais”, relata.

“O que preocupa muito mais com relação à Venezuela são doenças que, a princípio, estavam controladas no Brasil, com é o caso do sarampo”, alerta o médico. “O Brasil é um país que estava praticamente livre do sarampo há muito tempo. Mas houve um influxo gigantesco de venezuelanos com a doença e isso acabou gerando processos epidêmicos e de disseminação na região norte”.

Ouça a entrevista na íntegra clicando na foto acima.


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