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Ciências

Trio de astrofísicos americanos vence Nobel de Física com estudo sobre ondas gravitacionais

media Rainer Weiss, Barry Barish e Kip Thorne são os vencedores do prêmio Nobel de Física 2017. TT News Agency/Jessica Gow via REUTERS

Os astrofísicos americanos Barry C. Barish, Kip S. Thorne e Rainer Weiss venceram o Nobel de Física de 2017 por suas pesquisas que contribuíram para a detecção das ondas gravitacionais. Previstas por Albert Einstein há um século, e uma das bases de sua Teoria Geral da Relatividade, elas foram detectadas pela primeira vez pelo trio de pesquisadores em 14 de setembro de 2015.

Segundo o anúncio da Academia Real de Ciências da Suécia, os astrofísicos americanos foram agraciados "por suas contribuições decisivas (...) à observação das ondas gravitacionais". Essas ondas são fruto da colisão de corpos massivos, como buracos negros e estrelas de nêutrons, e oscilam através do espaço-tempo.

Para detectá-las, os vencedores do Nobel de Física 2017 criaram o Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferômetro Laser, mais conhecido pela sigla Ligo, composto por dois detectores idênticos instalados nos estados de Lousiana e Washington.

Para chegar até o Ligo, as ondulações levaram 1,3 bilhão de anos. Depois de observá-las pela primeira vez em 2015, Barish, Thorne e Weiss anunciaram a bem-sucedida experiência em fevereiro do ano passado. A academia sueca ressaltou em seu comunicado que "o sinal das ondas era extremamente fraco quando chegou à Terra, mas o evento promete uma revolução na astrofísica". A descoberta do trio de cientistas "mudou o mundo", disse o secretário-geral da academia, Goran Hansson.

Durante muito tempo, as ondas gravitacionais permaneceram um dos maiores mistérios da ciência. No futuro, estudos aprofundados sobre esse fenômeno poderão produzir inúmeros benefícios para a humanidade, como novas tecnologias de comunicação e uma compreensão mais precisa de elementos cósmicos.

Entre as personalidades agraciadas com o prêmio Nobel de Física estão Einstein e a franco-polonesa Marie Curie, uma das poucas mulheres recompensadas nesta categoria.

Este é o segundo prêmio anunciado esta semana a pesquisadores americanos. Ontem, Jeffrey C. Hall, Michael Rosbash e Michael W. Young venceram o Nobel de Medicina pelas pesquisas envolvendo o relógio biológico do organismo.

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