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Cérebro e intestino são mais ligados do que a gente imagina

Cérebro e intestino são mais ligados do que a gente imagina
 
A bióloga brasileira Ilana Gabanyi foi convidada para aprofundar sua pesquisa no Instituto Pasteur RFI

Nem sempre conhecida do grande público, a importância da comunicação entre cérebro e intestino é tema de estudos do mundo todo. O prestigioso Instituto Pasteur, em Paris, possui um grupo de pesquisadores que é uma das referências no assunto. A bióloga brasileira Ilana Gabanyi faz parte da equipe.

O intestino é o órgão do nosso corpo que mais tem neurônios, perdendo apenas para o cérebro. Ele também é uma das partes do organismo humano que mais produz serotonina, molécula que regula, entre outras coisas, a sensação de bem-estar do organismo. Além disso, vários estudos já relacionaram distúrbios neuropsiquiátricos a problemas da flora intestinal.

“Sempre se soube dessa relação entre o cérebro e o intestino, mas às vezes o tema era tratado como uma anedota”, comenta Ilana Gabanyi, uma das especialistas no assunto. “Agora já se sabe que realmente há uma ligação, mas não se sabe exatamente como ela ocorre”, conta a bióloga. “Queremos saber porque quando estamos estressados podemos ter, por exemplo, uma dor de barriga, ou porque, quando temos uma infecção intestinal, podemos ter uma dor de cabeça ou algum outro sintoma”, explica.

Graduada na Universidade de São Paulo e doutora pela Rockefeller University de Nova York, Ilana foi convidada para fazer seu pós-doutorado no Instituto Pasteur, em Paris. “Quando terminei meu doutorado, meu orientador me disse que se eu voltasse para o Brasil, seria muito difícil continuar a pesquisa no nível que estava”, comenta. “Mesmo se no Brasil existem grupos interessados em estudar o tema, com gente muito competente, infelizmente o financiamento brasileiro está bastante dificultado”, pondera a pesquisadora, que continua na França por tempo indeterminado.


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