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Ciências

Mulher também pode transmitir zika sexualmente, indica estudo

media Aedes aegypti: o mosquito transmissor do vírus da zika. REUTERS/Paulo Whitaker

Pesquisas já haviam comprovado que o vírus da zika pode sobreviver no esperma meses após a infecção, causando a contaminação por via sexual das mulheres mesmo quando os parceiros já estavam curados da doença. Um novo estudo sugere que o zika também se multiplica facilmente na vagina podendo contaminar os homens.

O zika pode se multiplicar na vagina durante vários dias após a infecção, segundo um artigo publicado nesta quinta-feira (25) na revista científica Cell. A pesquisa, levada a cabo pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos, foi realizada com a introdução do vírus na vagina de ratas de laboratório.

“Nós registramos uma significativa multiplicação do vírus no tecido genital em até cinco dias”, disse Akiko Iwasaki, professor de imunobiologia e investigador do Howrad Hughes Medical Institute.

Zika no cérebro dos fetos

Quando as cobaias foram infectadas no início da gravidez, os cientistas encontraram o vírus da zika no cérebro dos fetos, que já apresentavam significativa perda de peso. Isso confirma estudos anteriores que associaram o zika às deformidades cerebrais apresentadas por bebês de mulheres infectadas pela doença durante a gravidez.

Ainda que o resultado em cobaias não seja necessariamente igual ao dos humanos, o professor Iwasaki acredita que o estudo aprofunda o conhecimento do vírus da zika.

“A descoberta é importante não só para as mulheres grávidas. Se o vírus se multiplica com facilidade na vagina, ele possivelmente contamina os parceiros masculinos também”, concluiu Akiko Iwasaki.

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