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Ciências

Pesquisadores isolam proteínas associadas ao mal de Alzheimer

media Em todo o mundo, mais de 44 milhões de pessoas sofrem do mal de Alzheimer http://pixabay.com

Uma equipe de cientistas britânicos anunciou nesta terça-feira (8) a descoberta de um grupo proteínas detectáveis no sangue que apontam o risco de desenvolver a doença de Alzheimer, antes do aparecimento dos primeiros sintomas. Doença poderá ser detectada em um exame de sangue no futuro.

Depois de dez anos de pesquisas, os cientistas da universidade de Oxford e do Kings College afirmam ter isolado dez proteínas ligadas à doença ou à lenta degradação das funções cerebrais e cognitivas. A presença das substâncias indicam, com 87% de segurança, as chances de uma pessoa com problemas de memória desenvolver o mal de Alzheimer no futuro.

A descoberta possibilitará o início de testes clínicos em pacientes que ainda não foram atingidos pela doença e a adoção de um tratamento profilático para impedir sua progressão. O estudo teve a participação de 1148 pessoas, sendo que 476 delas sofriam de Alzheimer.

Os cientistas lembram que vários testes ainda devem ser realizados, com no mínimo 5 mil pessoas. Caso a hipótese seja comprovada, a próxima etapa será a de validação dos resultados e a criação de um teste que poderá ser usado pelos médicos nos consultórios. Atualmente, o Mal de Alzheimer é diagnosticado em estágio avançado, dificultando a ação dos medicamentos.

Diagnóstico do Alzheiemer é tardio, diz pesquisador

"O Mal de Alzheimer é uma doença terrível que afetará cada vez mais pessoas no mundo", lembrou o professor Simon Lovestone, da Universidade de Oxford. "A doença afeta o cérebro vários anos antes dos pacientes serem diagnosticados. Se podemos tratá-la nesse estágio, trata-se de uma verdadeira estratégia de prevenção", disse o pesquisador ao jornal The Guardian.

Na França, o Mal de Alzheimer atinge entre 750 mil e 1 milhão de pessoas. Em 2013, uma pesquisa revelou que, de cada 10 pacientes, nove estariam dispostos a realizar o teste preventivo. Nos últimos 15 anos, mais de cem tratamentos experimentais foram colocados em prática sem sucesso.

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