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Ciências

Mutação genética aumenta risco de Alzheimer

media Alzheimer Getty Images/Andrew Bret Wallis/Andrew Bret Wallis

Uma mutação rara de um gene ligado ao sistema imunológico aumenta entre três e cinco vezes o risco de pessoas idosas desenvolverem o mal de Alzheimer. Esta foi a conclusão de um estudo islandês divulgado ontem nos Estados Unidos.

De acordo com o Dr. Kari Stefansson, coordenador do estudo, esta alteração do gene TREM2 é encontrada em um a cada 200 islandeses com mais de 85 anos. Quando o gene é normal, as células imunológicas funcionam perfeitamente no cérebro eliminando as proteínas tóxicas que formam as placas ligadas ao mal de Alzheimer. Mas, com a mutação, estas células são muito menos eficazes.

Para realizar a pesquisa, Stefansson e sua equipe analisaram o genoma de 2.261 islandeses com com o gene TREM2 normal e mutante. Depois, eles compararam a frequência destas variações genéticas entre 3.550 portadores da doença e compararam com 110.050 pessoas da população geral da Islândia. Cerca de 9 mil pessoas deste último grupo tinham mais de 85 anos sem sintomas de Alzheimer, enquanto 1.236, no mesmo grupo etário, apresentavam sintomas de degeneração mental. O vírus foi encontrado nos três grupos analisados, mas em bem menor freequência entre as pessoas que não têm nenhum traço da doença.

Ou seja, a partir de agora, quando detectarem a anomalia do TREM2, os médicos podem determinar uma leve pré-disposição do paciente a desenvolver a doença. Mas, mesmo isto é incerto, já que nem todas as pessoas que têm a mutação desenvolvem Alzheimeir - e há gente que tem a doença, mas não a alteração. O estudo ainda não consegue, portanto, determinar o grande responsável pelo mal de Alzheimer. Mas traz uma pista importante para a comunidade científica.
 

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