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Ciências

Relatório inocenta OMS de conflito de interesses na gestão da gripe A

media Unidade de fabricação de vacinas contra o vírus H1N1. Felix Ordonez/Reuters

A Organização Mundial da Saúde, suspeita de ter sido influenciada pela indústria farmacêutica durante sua gestão da gripe H1N1, foi inocentada em um relatório feito por especialistas e aprovado nesta sexta-feira durante a assembleia geral da instituição, em Genebra. O relatório, no entanto, revela “algumas carências” e faz uma série de recomendações para uma melhor preparação diante de eventuais epidemias no futuro.  

O comitê de especialistas foi criado no início de 2010 pela OMS para responder às críticas de sua gestão da chamada gripe A provocada pelo vírus H1N1. A doença semeou pânico em todo o mundo e levou muitos governos a encomendar grandes quantidades de vacinas que acabaram não sendo utilizadas.

Reunidos na 64ª Assembléia Geral, os 193 estados membros da OMS adotaram uma resolução recomendando o acompanhamento das conclusões do relatório que teve uma primeira versão divulgada em março.

Os autores do documento disseram não ter encontrado nenhum elemento demonstrando que interesses comerciais poderiam ter influenciado ou tentado influenciar os conselhos dados à OMS ou interferido nas decisões tomadas pela organização.

O comitê esclareceu que a OMS desempenhou bem seu papel durante a pandemia, mas enfrentou “dificuldades sistêmicas e demonstrou algumas carências”.

O relatório critica a “ausência de procedimentos suficientemente sólidos, sistemáticos e transparentes para identificar, reconhecer e gerenciar os conflitos de interesse em relação aos especialistas consultados”.

Os autores do documento salientam ainda que “o mundo está mal preparado para enfrentar uma grave pandemia de gripe ou qualquer outra emergência de saúde pública mundial prolongada e que constitua uma ameaça.”

O comitê encaminhou uma série de recomendações que prevêem uma melhor preparação em escala mundial que implique uma melhoria na pesquisa, no reforço dos sistemas de atendimento de saúde e o desenvolvimento econômico dos países mais pobres, além de uma melhoria do sistema de saúde como um todo.

A resolução adotada nesta sexta-feira também pede ao diretor-geral da OMS de fazer um balanço a cada dois anos da situação.
 

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