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Em Paris, ativista Célia Xakriabá fala sobre resistência indígena

Em Paris, ativista Célia Xakriabá fala sobre resistência indígena
 
"Somos o termômetro do mundo", diz a ativista indígena Célia Xakriabá. Foto: Patricia Moribe

Convidada pela Anistia Internacional e pela ONG Autres Brésils, a ativista Célia Xakriabá está em Paris participando de vários eventos e divulgando a causa indígena brasileira.

Representante da “Articulação dos Povos Indígenas do Brasil”, que abrange as cinco regiões do país, Célia fala sobre as consequências do pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro contra as comunidades indígenas no discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU, no começo da semana. “Foi um ataque violento e isso só reforça a importância de trazer a nossa luta para além das fronteiras”, diz.

Campanha de boicote

Célia conta que teve encontros com parlamentares e senadores, a fim de preparar uma campanha de boicote a produtos vindos de área de territórios indígenas em conflito. “Vamos começar a campanha pela Itália, durante o Sínodo da Amazônia, dia 17 de outubro, e vamos percorrer dez países”.

A ativista indígena Célia Xakriabá RFI

“Minha estadia aqui é também para preparar os encontros, reivindicar uma reunião com o presidente Emmanuel Macron, para continuar o diálogo que ele começou com o cacique Raoni. Precisamos reforçar essa agenda e também responsabilizar o atual presidente por crimes de genocídio e ecocídio, com as queimadas na Amazônia, que precisam ser reconhecidos como crimes contra a humanidade”, diz.

"Somos o termômetro do mundo"

Célia também fala sobre a importância da demarcação dos territórios indígenas. “Somos o termômetro do mundo – se pararmos de respirar, a humanidade também para de respirar”, alerta. Ela denuncia o que chama de “política de extermínio capitalista” de Bolsonaro. “Isso não é um projeto para um país, mas de execução de vidas, um genocídio legislado”, declara.


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