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Brasil

“Brasil reza pela floresta amazônica”, destaca Le Figaro

media Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (Inpe). 28/12/17 CRISTINO MARTINS / ARQUIVO / AG. PARÁ

Com as imagens sinistras de São Paulo mergulhada na escuridão em plena tarde de segunda-feira (19), o site do jornal conservador Le Figaro traz um alerta estarrecedor sobre o que está acontecendo na Amazônia.

“As imagens são impressionantes. A megalópole São Paulo, no Brasil, ficou no escuro durante cerca de uma hora na tarde de segunda-feira, por causa de fortes ventos que trouxeram a fumaça dos incêndios nos Estados do Amazonas e Rondônia, a uma distância de mais de 2.700 km”, explica a correspondente do New York Times, cujo tuíte foi reproduzido pelo Figaro.

O jornal francês diz que há várias semanas o hashtag #PrayforAmazonia (reze pela Amazônia) está em evidência no Twitter, com mais de 150 mil referências.

O canal de notícias Euronews também fala a respeito: “Os incêndios começaram no início de julho em Rondônia, na fronteira com a Bolívia. O fogo, em conjunto com outros na região, provocou densas cortinas de fumaça que atravessaram o Estado, ameaçando a saúde das pessoas que vivem nessa zona. Há duas semanas, o Estado do Amazonas, declarou estado de emergência por causa do aumento de incêndios na região”.

Le Figaro lembra que na semana passada, Santiago Gasso, pesquisador da Nasa, declarou que incêndios sucessivos criaram uma camada de fumaça cobrindo uma superfície de 1,2 milhão de km², ou seja, duas vezes a superfífice da França.

A meteorologista Josélia Pegorin, citada pelo jornal francês, disse a O Globo que “a fumaça não vinha do Estado de São Paulo, mas dos fogos de florestas mais densas e extensas, em Rondônia e na Bolívia”. Ela explicou que o excesso de umidade de São Paulo, combinado com a fumaça, resultou na aparência inusitada da cidade.

“O presidente brasileiro não está fazendo nada para acabar com o que está acontecendo na Amazônia. Minhas raízes estão no Brasil e é triste ver isso. O Brasil está destruindo o Brasil”, diz um tuíte com um emoji vertendo uma lágrima.

Desmatamento quadruplica

Le Figaro escreve que os tuiteiros acusam Jair Bolsonaro de não tomar nenhuma medida, citando a informação do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) de que o desmatamento em julho foi quase quatro vezes maior que o ocorrido no mesmo período em 2018, informação repudiada pelo presidente brasileiro.

O jornal francês diz que a floresta resistiu bem aos incêndios ao longo de sua história por causa da umidade, mas que esse fenômeno está em plena inversão, mostram dados e imagens do INPE.

Questionado pela AFP sobre o forte aumento de incêndios, o ministro brasileiro do meio ambiente, Ricardo Salles, indicou que o governo iria mobilizar todas as equipes de emergência e aviões para combater os fogos. Ele indicou ainda que o Brasil estava trabalhando junto com os vizinhos.

Na América do Sul, explica Le Figaro, o Brasil é o país mais atingido por incêndios florestais, seguido da Venezuela e Bolívia.

 

 

 

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