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Roda de samba feminina faz sucesso em Paris

Roda de samba feminina faz sucesso em Paris
 
Karina Paim nos estúdios da RFI em Paris RFI

Há sete meses a gaúcha Karina Paim anima em Paris uma roda de samba só de mulheres. O evento, que faz parte do projeto Parioká, tem atraído brasileiros nostálgicos e franceses curiosos. Além da dimensão festiva, o programa conta com debates sobre temas voltados para as brasileiras que vivem na capital francesa.

Todas as primeiras sextas-feiras do mês o coletivo Parioká se reúne em um lugar de Paris – geralmente no Les Petites Gouttes, um restaurante bistrô no 18° distrito da capital – para uma roda de samba. “O evento foi feito no início para os brasileiros, mas já está atingindo outros públicos também”, conta Karina, que já recebeu franceses, colombianos, mexicanos, entre outros. “O samba agrada a todos”, celebra a cantora e percussionista.

Karine começou a carreira em Porto Alegre, onde fez parte do grupo “Agora que são elas”, antes de participar de rodas de samba no Rio Janeiro. Com Parioká (junção de Paris com Carioca), ela importa o conceito para a capital francesa, sempre valorizando o papel das mulheres sambistas.

“Sempre houve uma presença importante de mulheres no samba, mas nunca foi totalmente valorizada”, defende a gaúcha, que vê no projeto um certo engajamento feminista. “O samba já é política, e mulher no samba também é algo político, então Parioká tem uma dimensão militante”, explica a fundadora do coletivo.

Apoio para brasileiras que vivem no exterior

Todos caem na dança entre 21h e 2h da manhã. Mas além da roda de samba, os eventos de Parioká contam, desde março, com “Papo de mulher”, uma série de debates sobre temas que podem interessar as brasileiras que vivem em Paris. “Nós, como mulheres brasileiras na França, como imigrantes, muitas vezes nos sentimos sozinhas, sem apoio”, comenta Karina.

As conversas acontecem entre 19h e 21h, antes do início do show. Na edição de maio, que contou com a participação de uma psicóloga, o tema discutido foi dependência emocional. “O próximo será sexualidade feminina”, anuncia a fundadora. “É um evento sem fins lucrativos. É feito para as mulheres se reunirem, se ajudarem e desenvolverem os assuntos. Como em um bate papo de boteco”, explica. A programação é disponível no site www.parioka.com


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