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Malvine Zalcberg lança na França livro sobre construção de identidade feminina entre mães e filhas

Malvine Zalcberg lança na França livro sobre construção de identidade feminina entre mães e filhas
 
A psicanalista Malvine Zalcberg nos estúdios da RFI em Paris. RFI

Ela é belga, naturalizada brasileira, e vive e atende há décadas no Rio de Janeiro, cidade que escolheu para morar. Psicanalista e psicóloga clínica, Malvine Zalcberg lança seu terceiro livro na França, "Devenir femme de mère en fille", "Tornar-se mulher, de mãe em filha", em tradução livre. O livro mapeia, usando como paralelo grandes filmes contemporâneos, a construção da identidade feminina em jovens garotas, a partir do espelhamento com suas mães.

"Achei que meu primeiro livro ("O que uma filha espera de sua mãe") era muito direcionado aos psicanalistas. Senti que devia às mulheres um livro para elas", afirma Malvine Zalcberg. "Este é para as mulheres, não sobre as mulheres. Para elas entenderem o caminho delicado e complexo, enigmático mas ao mesmo tempo maravilhoso que pode conduzí-las numa boa relação de mãe e filha, que no fundo, é o que todas as mulheres querem quando têm filhas", diz.

"Todos os capítulos e todos os temas psicanalíticos são ilustrados por filmes. O cinema é a psicanálise nasceram juntos, no século 19. A arte precede tudo. Ela desperta as nossas mais profundas emoções. Hitchcock foi um bom exemplo do uso da psicanálise aplicada ao cinema. Ele é um grande aliado para mostrar o que acontece entre mãe e filha, aplicado a cada uma das situações", afirma.

Mal-entendidos dolorosos

"Faço um percurso desde o nascimento da menina até ela se tornar mãe. Temos muito mais histórias de mães e filhas que se amam muito, mas realmente não se entendem. E chegam às vias de fato de mal-entendidos dolorosos entre elas. Esse tipo de relacionamento não é fortuito. Nem devotamento materno nem amor são suficientes para evitar esse tipo de problema", comenta a psicanalista.

"As mães precisam entender que cada etapa é importante na evolução da filha. Como ela tem um corpo diferente do menino, ela precisa de outro olhar do que aquele que se dá ao menino", diz Zalcberg. "Nem tudo é desvantagem, no entanto. A mulher é mais criativa, porque a primeira coisa que ela tem que criar é ela mesma", analisa a escritora.

*Para ver a entrevista na íntegra, clique no vídeo abaixo.


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