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Brasil

Em encontro com Bolsonaro, Bolton confirma convite de Trump para visita aos EUA

media Fotomontagem com o conselheiro de segurança nacional dos EUA, John Bolton, e Jair Bolsonaro. RFI/ A.B.Gershom GPO/REUTERS/Ricardo Moraes

O conselheiro da Casa Branca para a segurança nacional, John Bolton, reuniu-se nesta quinta-feira (29) com o presidente eleito Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro. Este foi o primeiro encontro entre um representante de alto nível do governo americano e o presidente eleito.

Bolton confirmou que o presidente americano, Donald Trump, convidou Bolsonaro para uma visita oficial aos Estados Unidos. Ele publicou a informação em sua conta no Twiter, depois de ser recebido pelo presidente eleito. O encontro disse, foi “produtivo” e “amplo”. Eleito no segundo turno no dia 28 de outubro, Bolsonaro toma posse no dia 1° de janeiro. Também participaram do encontro o futuro chanceler Ernesto Araújo e o futuro chefe do gabinete institucional, Augusto Heleno e o futuro ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva.

Bolton chegou por volta das 7h na residência do presidente eleito, na Barra da Tijuca, no Rio, e ficaram reunidos cerca de uma hora. Ele foi embora sem dar declarações para a imprensa. “Trump foi o primeiro dirigente a parabenizar o presidente eleito pela sua vitória em 28 de outubro”, disse John Bolton nesta terça-feira (27). Ele também falou de uma oportunidade histórica para o Brasil e os Estados Unidos de trabalharem juntos em inúmeras áreas, como economia, segurança e até militar.

Fã de Trump

A proximidade ideológica entre os dois governos estaria na origem dessa aproximação. Ainda na terça, Bolton disse “estar impaciente para descobrir quais são as prioridades do presidente eleito” para que ele e Trump possam trabalhar juntos. Bolsonaro é um admirador de Trump e não escondeu sua intenção de mudar radicalmente os princípios da diplomacia brasileira para agradar Washington.

Conhecido como “Trump tropical” no exterior, Bolsonaro já anunciou a intenção transferência da embaixada do Brasil de Tel Aviv para Jerusalém e acusou a China de querer “comprar o Brasil”, primeiro parceiro comercial do país, "de querer "comprar o Brasil". O Brasil é geopoliticamente importante para os EUA, que esperam isolar ainda mais regimes como Cuba, Venezuela e Nicarágua.

Trump é esperado em Buenos Aires para a cúpula do G-20, que começa nesta sexta-feira (30). O deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente eleito, está nos Estados Unidos fazendo contatos, mesmo sem ter funções oficiais dentro do futuro governo. Ele se encontrou com o genro de Trump, Jared Kushner, e outros membros influentes do Congresso. Eduardo Bolsonaro também se reuniu mais uma vez com Steve Bannon, ex-conselheiro de Trump, conhecido por sua ligação com a direita ultra-conservadora.

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