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“Atualmente, a França me dá mais perspectivas que o Brasil”, diz cantora Camila Costa que lança CD em Paris

“Atualmente, a França me dá mais perspectivas que o Brasil”, diz cantora Camila Costa que lança CD em Paris
 
A cantora carioca Camila Costa. Divulgação

"Mangas e bananas para o meu amor” é o nome do segundo CD solo da cantora e compositora Camila Costa, que será lançado oficialmente na França nesta segunda-feira (12).

O trabalho é resultado de um longo processo criativo com origem em uma turnê realizada na Europa com músicos africanos e idealizada por Camila juntamente com a cantora e produtora Ceumar, que assina a direção artística do CD.

A gravação foi no estúdio de Ceumar, na Holanda, e depois as 10 músicas foram mixadas e finalizadas no Rio de Janeiro,  terra natal de Camila Costa.

“Este disco eu fiz com banzo também, quando eu estava radicada na França”, diz, em referência ao período de seis anos, quando trocou o Rio por Paris, em julho de 2011.

Na época, Camila decidiu deixar o Sururu na Roda, grupo de samba e de pesquisas sobre as canções dos anos 1930, onde iniciou sua carreira, para desbravar um território desconhecido. “Aqui na França tive que me reinventar. Foi um recomeço para a minha carreira, mas fiz muitos encontros com alguns franceses que estavam ligados no movimento da Lapa, que foi de onde eu saí”, diz em referência ao boêmio bairro carioca.

“Foi relativamente fácil encontrar amigos, começar a trabalhar e fazer música. Tive muitas oportunidades, a França foi uma ‘mãe’ para mim neste sentido. Paris é um lugar de passagem, fiz vários encontros até com gente do Rio”, recorda.

A cantora Camila Costa Divulgação

Idas e vindas entre Rio e Paris

Mas a saudade de suas raízes, da sua origem e das festas populares a levou de volta ao Brasil em 2017, em um movimento que agora toma o sentido inverso, mais uma vez.

O início de uma residência artística em Paris faz parte de uma nova fase na carreira, marcada pelo lançamento do CD no Comedy Club, local não escolhido por acaso, segundo a cantora.

Nesta sala de concertos na capital francesa, ela fez seu primeiro concerto, em março de 2012, a convite de Rémy Kolpa Koupoul, conhecido na cena cultural por descobrir muitos talentos e grande propagador da música brasileira na França. “Ele me disse: faça o que você quiser, não tem a obrigação de fazer as pessoas dançarem. Faça o que realmente você tem vontade de fazer”, lembra. “O show será dedicado a ele”, diz, em homenagem ao seu “padrinho” musical, que faleceu em 2015.

A experiência da estreia parisiense foi tão marcante que rendeu quatro composições para o novo CD solo, lançado de maneira independente e com a ajuda de muito amigos, segundo Camila.

A carioca desembarca para esta nova temporada francesa com uma bagagem cheia de projetos e ambições. “Profissionalmente, neste momento, a França me dá uma perspectiva maior que o Brasil. Vou continuar com minhas idas e vindas, mas quero colocar em prática vários projetos aqui”, diz, ressaltando que pretende expandir suas fronteiras musicais com artistas de outros continentes, como africanos e indianos.

“Isso me permitiria um entendimento até maior da cultura brasileira, já que tivemos influências muito diversas”, completa.

(Clique no vídeo para ver a entrevista)


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