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Brasil

Para Bolsonaro, "Se Deus quiser, a eleição acaba hoje"; Haddad espera “segundo turno mais civilizado”

media Brasileiros votam em Curitiba em 7 de outubro de 2018. REUTERS/Rodolfo Buhrer

Mais de 140 milhões de brasileiros vão às urnas neste domingo (7) escolher um novo Congresso, deputados estaduais, governadores e o presidente da República.

Raquel Miura, correspondente da RFI em Brasília

A maioria dos candidatos já votou. Jair Bolsonaro do PSL votou no Rio de Janeiro e disse que "se Deus quiser, a eleição acaba hoje", mostrando otimismo numa vitória no primeiro turno. "Tivemos o apoio de setores importantes da sociedade. Empresários, comerciantes, lideranças evangélicas, pessoas de bem do Brasil que querem se afastar do socialismo e não querem flertar com o regime da Venezuela", afirmou o militar.

Fernando Haddad do Partido dos Trabalhadores votou em São Paulo e afirmou que é bom para o Brasil ter segundo turno para de fato comparar projetos e programas. "Estou esperançoso de que teremos um segundo turno mais civilizado. Tenho o maior respeito pelos que concorreram, sobretudo com aqueles com quem já trabalhei, a Marina Silva, Ciro Gomes, Henrique Meirelles", afirmou o petista flertando já com os adversários para um apoio numa eventual segunda etapa da campanha. "Sou um democrata desde que nasci", concluiu o ex-prefeito.

Ciro Gomes votou em Fortaleza e disse que está livre e confiante de que fará "o gol" contra Bolsonaro no segundo turno. "Temos uma grande chance de virada nesse jogo", afirmou o ex-governador do Ceará ressaltando que ele aparece nas pesquisas como o único que " realmente vence de Bolsonaro".

Geraldo Alckmin do PSDB também já votou, disse que "espera que o país encontre seu destino de uma grande nação". Marina Silva votou no Acre e depois acompanha o resultado de Brasília. Na hora de se dirigir à urna eletrônica, a candidata da Rede fez o símbolo do coração com as mãos, segundo ela, para mostrar que o país precisa de paz.

Pesquisas indicam segundo turno

Pesquisas Ibope e Datafolha divulgadas na noite desse sábado mostram que as intenções de votos válidos em Jair Bolsonaro estão na casa dos 40%, insuficientes assim para a vitória no primeiro turno. Ele precisa alcançar 50% dos votos válidos mais um voto para vencer neste domingo (7).

Fernando Haddad aparece com 25% dos votos válidos. Ciro Gomes cresceu um pouco, tem entre 13% e 15%, e se distanciou de Geraldo Alckmin, com 8%.

Os dois candidatos que lideram são também os mais rejeitados pelos eleitores. Não à toa o clima nas ruas é de um país dividido.

"Branqueamento da raça"

Eleitores podem usar camisetas de seus candidatos na hora da votação, mas sem alarde, de forma silenciosa.

Quem não segurou a língua e provocou polêmica na reta final foi o vice de Bolsonaro, com uma declaração pesada ao falar do neto. Já se despedindo dos jornalistas no aeroporto, ontem a noite, o general Hamilton Mourão afirmou que a criança é bonita, fruto do branqueamento da raça.

"Gente, deixa eu ir que meus filhos estão me esperando. Olha, meu neto é um cara bonito, viu. É o branqueamento da raça".

São cerca de 550 mil urnas eletrônicas. O TSE reafirmou a segurança dos equipamentos dizendo que todos os testes foram feitos. Os candidatos Jair Bolsonaro e Cabo Daciolo chegaram a pedir voto impresso alegando possibilidade de fraude.

A primeira parcial para presidente sai as 19h, horário de Brasília, quando termina a votação no Acre.

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