Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 17/08 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 17/08 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 17/08 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 17/08 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 17/08 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 17/08 09h30 GMT
  • 09h33 - 09h57 GMT
    Programa 12/08 09h33 GMT
  • 09h30 - 09h33 GMT
    Jornal 12/08 09h30 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.

“Diálogo com a criança é extremamente importante”, diz autora de livro infantil sobre câncer de mama

“Diálogo com a criança é extremamente importante”, diz autora de livro infantil sobre câncer de mama
 
A jornalista e escritora Ivna Chedier Maluly RFI

Como explicar a delicada realidade do câncer para as crianças? Para responder a essa pergunta, a autora Ivna Chedier Maluly escreveu o livro infantil “Maman, il est où ton sein ?” (“Mamãe, cadê seu peito?”, em português). A escritora foi convidada para falar a respeito no RFI Convida.

A ideia veio de uma situação que pode fazer parte da vida de diversas mulheres: a escritora estava fazendo os curativos no banheiro de sua casa quando foi surpreendida por seu filho, que espantou-se com a ausência de um de seus seios. “Onde ele está, mamãe?”, perguntou.

“Tive que me virar rapidamente para explicar, o que era algo que eu já tinha vontade de fazer, porque acho interessante falar abertamente com a criança. Esse livro fala de um diálogo e de uma conversa franca entre uma mãe e um filho”, diz Ivna Chedir.

No livro, a cena da descoberta da ausência de seio foi substituída por uma outra, fictícia, em que o personagem Elias vê sua mãe no banheiro e pergunta “Ué, mamãe, alguém roubou seu peito?”.

Discurso médico não é adequado para crianças

Eu também tive a mesma experiência, minha mãe teve câncer de mama e, na época, eu não falei nada com ninguém, fiquei muito estressada”, conta. “A criança, na verdade, elas sentem tudo, elas não são racionais como a gente. Meu filho via que eu estava estressada, mas fiquei calada. Dois anos depois, eu tive a mesma experiência e decidi contar tudo para ele, só que ele foi mais rápido que eu.”

Na época, Ivna estava sob acompanhamento de um terapeuta, que a aconselhou a “falar a verdade”. “Sem dar muitos detalhes, porque ele não ia entender tudo. Vamos situar a criança da maneira que ela está vivendo ali. A mãe estava triste, a mãe foi para o hospital, a mãe estava com dor, e o médico decidiu que o peito tinha que ser retirado. E eu ia situando ele todos os dias um pouquinho”, declara.  


Sobre o mesmo assunto

  • Sangue/Câncer

    Novo exame de sangue poderá detectar câncer precocemente

    Saiba mais

  • Chile

    Peritos estrangeiros concluem que Neruda não morreu de câncer

    Saiba mais

  • Esponja do Alasca pode ser nova arma na luta contra o câncer

    Saiba mais

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. ...
  5. seguinte >
  6. último >
Programas
 
O tempo de conexão expirou.