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Todo mundo, inclusive o Brasil, está buscando "um Macron para chamar de seu"

Todo mundo, inclusive o Brasil, está buscando
 
O economista Octávio de Barros apresentou palestra para empresários franceses em Paris. RFI

Os investidores internacionais estão na expectativa das mudanças políticas ligadas à eleição presidencial brasileira e seu possível impacto nos negócios do país. De passagem por Paris, o economista e vice-presidente da Câmara de Comércio Brasil-França, Octávio de Barros, deu uma palestra sobre os desafios que esperam a economia brasileira após a posse do novo chefe de Estado. Ele avança que reformas estruturais serão indispensáveis nesse processo, mas que poucos candidatos correspondem a esse critério.

“Há muita curiosidade aqui na França sobre o ano eleitoral no Brasil”, comentou Barros em entrevista à RFI. “Ninguém sabe quem vai ser o próximo presidente, mas as pessoas suspeitam qual será a agenda de 2019, independentemente de quem ganhar: logo no início do mandato, quem quer que seja eleito vai ser obrigado a implementar uma série de reformas que permitam alguma governabilidade”, continua o economista, que também dirige a consultoria franco-brasileira de estudos e debates econômicos República do Amanhã.

Para ele, a reestruturação da Previdência aparece como uma prioridade. “Não existe reforma tributária ou reforma para aumentar a produtividade sem ajuste de gastos”, comenta o economista. “O orçamento brasileiro virou praticamente um balcão de pagamentos de salários, pensões e aposentadorias e o novo presidente vai ter que mudar isso”.

Quando questionado sobre o perfil de um líder capaz de mudar esse cenário, Barros tem uma resposta na ponta da língua. “Precisamos de alguém que seja inspirador, agregador, reformista convicto e que tenha capacidade de aprovação no Congresso, pois não adianta nada ser eleito com um discurso populista e não conseguir governar”. Porém, ele estima que, por enquanto, “ninguém tem esses quatro predicados juntos”.

“Todo mundo está buscando um ‘Macron’ para chamar de seu”, ironiza o vice-presidente da Câmara de Comércio Brasil-França, em alusão ao presidente francês Emmanuel Macron, conhecido por sua política reformista. “Mas acho que isso não está a nossa disposição, infelizmente”, finaliza.

Ouça a entrevista completa clicando na foto acima ou assista o vídeo.


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