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PPS e PSB podem apostar em Barbosa e Huck para eleições de 2018

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PPS e PSB podem apostar em Barbosa e Huck para eleições de 2018
 
O ex-ministro do STF Joaquim Barbosa e o apresentador de TV Luciano Huck são possíveis candidatos para as eleições Justo Ruiz/Agencia Brasil

No Brasil, pelo menos dois partidos que trazem o socialismo no nome sonham com o protagonismo nas eleições deste ano com candidatos de fora da política tradicional. Com tantos escândalos, personalidades conhecidas do eleitor mas que não estão diretamente ligadas aos políticos poderiam ter mais chances de alcançar um bom resultado nas urnas, de acordo com as siglas.

Raquel Miura, correspondente em Brasília

O Partido Popular Socialista (PPS) foi figurante nos últimos pleitos e hoje mantém conversas com Luciano Huck. O apresentador de TV disse que inicialmente não disputaria, mas fontes afirmam que ele está “analisando pesquisas”.

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) ficou em terceiro lugar com Marina Silva em 2014, após a morte de Eduardo Campos, e hoje espera a resposta do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, que ficou conhecido principalmente por ter sido o relator do processo do mensalão.

Herói do mensalão

Fontes próximas de Joaquim Barbosa afirmam que ele se mostra animado, mas está colocando na balança o que pode vir pela frente: o desgaste de uma campanha difícil num país do tamanho e da complexidade do Brasil, o risco de derrota e ainda toda uma discussão partidária. O ex-ministro precisa escolher um partido até o dia 7 de abril.

O PSB tem uma ala que apoia Joaquim Barbosa, mas há divergências internas. Alguns defendem candidatos com história na sigla, outros preferem um acordo com a esquerda e há até quem aposte numa aliança com Geraldo Alckmin, do PSDB. É o caso do vice-governador de São Paulo, Márcio França, que pretende disputar o Palácio dos Bandeirantes e gostaria de contar com o apoio do tucano.

Apesar dessas vozes dissidentes, o líder o PSB na Câmara, deputado Júlio Delgado, está otimista com a chance de ter o ex-ministro do STF como nome do partido. “O esforço que muitos estão fazendo para a filiação de Joaquim Barbosa pode agregar ao partido não só a possibilidade de vitória, como votos de legenda, além de ajudar os candidatos a governo nos nossos estados”, afirma.

Candidato “pop”

O apresentador de TV Luciano Huck chegou a dizer que pelo apelo da família não levaria adiante uma disputa à presidência da República agora, mas tem conversado com o PPS, um partido pequeno hoje no congresso. Outros nomes da política, como o ex-presidente Fernando Henrique, têm publicamente estimulado a candidatura de Huck, dizendo que ela faria bem ao processo.

Essas declarações atiçam as negociações. Alguns enxergam a possibilidade de uma aproximação com o PSDB, um partido maior, com mais tempo de TV e rádio. Na bolsa de especulações, que sempre ganha corpo em ano eleitoral, fala-se até numa chapa Huck/Barbosa, um como presidente, o outro como vice. Os dois se conhecem e dialogam. Muitos apontam, porém, a dificuldade da ausência de um agregador político, com experiência na área, para fazer a interface com o congresso.

Fator Lula

Por outro lado, é unânime nos corredores de Brasília que a situação de Lula é crucial para a definição desses candidatos. Muitos acham que os votos que vão para o petista poderiam ir para Luciano Huck, de apelo mais popular.

O deputado do PT Henrique Fontana diz que não aposta nesse cenário. “Se alguma candidatura de algum ‘outsider’ depende disso, então ela já nasceu morta. O que eu vejo é que o grupo que se organizou para quebrar o pacto democrático brasileiro está com muita dificuldade de definir um candidato. Ele não sabe se vai com Bolsonaro, se vai de Alckmin, se vai de Luciano Huck. Então as tentativas são múltiplas porque no fundo nenhuma dessas candidaturas tem empuxo na sociedade brasileira”, declara.

Na última terça-feira (6) foi publicado o acórdão, o resultado do julgamento em segunda instância que condenou Lula a doze anos e um mês de prisão. Assim que for notificada, a defesa do petista tem o prazo de dois dias para apresentar o embargo de declaração, um recurso que, nesse caso, não tem mais poder para reverter a condenação. É algo mais protocolar, para sanar dúvidas. Depois de analisado o recurso, Lula pode ir para a cadeia. A defesa tenta impedir a prisão no Supremo Tribunal Federal.


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