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Militantes expõem na França drama de vítimas das barragens no Brasil

Militantes expõem na França drama de vítimas das barragens no Brasil
 
Manuela Gustavo (d) e Daiane Hohn, membros do MAB, de passagem pelos estúdios da RFI em Paris. RFI

Representantes do MAB, o movimento dos atingidos por barragens, estão na França para sensibilizar políticos e associações europeias sobre a situação das milhares de famílias afetadas pela ação da usinas hidrelétricas no Brasil. Convidadas pelo Comitê dos amigos do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) na França e pelo Observatório departamental das violências feitas contra as mulheres, o grupo viaja pelo país com exposições, projeções de filmes, debates e palestras.

 O MAB foi criado no final da década de 1970, quando o governo brasileiro lançou um programa intensivo de construção de usinas hidrelétricas. No entanto, o ritmo acelerado dos projetos também teve consequências negativas na vida das populações locais, com famílias e cidades inteiras atingidas direta ou indiretamente.

Quase quatro décadas mais tarde, as reivindicações são as mesmas. “Os direitos continuam sendo negados. De cada dez famílias atingidas pelas barragens, sete não têm seus direitos reconhecidos”, explica Daiane Hohn membro do MAB, de passagem por Paris. Por essa razão, o grupo se mobiliza por meio de diversas ações. “Organizamos manifestações, principalmente de mulheres, para chamar a atenção quando surge um problema que não é resolvido”, relata Manuela Gustavo, vítima de uma barragem e que milita junto ao movimento.

Ouça a entrevista completa clicando na fotografia acima.

 


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