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Brasil não participa fragilizado da cúpula de Goa, diz vice-presidente do banco dos Brics

Brasil não participa fragilizado da cúpula de Goa, diz vice-presidente do banco dos Brics
 
Paulo Nogueira Batista Jr., vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento dos Brics. DR

O debate sobre investimentos deve dominar a 8ª cúpula dos Brics, que começou neste sábado (15) em Goa, na Índia. O encontro de dois dias acontece em um momento econômico delicado para o grupo composto pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Das potências emergentes que integram o bloco, a anfitriã Índia é o país que apresenta os melhores resultados econômicos.

Um dos instrumentos para incrementar a cooperação entre os integrantes do grupo é o Banco de Desenvolvimento dos Brics. A instituição fará durante a cúpula na Índia o balanço de seu primeiro ano de atuação, como revela Paulo Nogueira Batista Jr., vice-presidente do banco dos Brics, nessa entrevista à RFI. O dirigente está em Goa e diz que, apesar da grave crise que atravessa, o Brasil não participa fragilizado da cúpula.

Paulo Nogueira Batista Jr. avalia que o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) dos Brics é a principal realização do grupo. Ele lembra que muitos dos objetivos do bloco, como a reforma das instituições financeiras internacionais como o FMI ou o Banco Mundial, não foram atingidos.

O NDB foi concretizado em 2015. Neste primeiro ano de funcionamento aprovou e implementa a primeira série de projetos, todos em energia renovável. Cada um dos cinco países que integram o bloco foi beneficiado. O vice-presidente do banco ressalta, no entanto, que a instituição ainda "está no início de um longo processo de construção para ter um papel crucial na governança internacional", como desejado pelos fundadores dos Brics.

Não há risco para Brics acabar

Apesar da grave crise econômica que atinge três dos cinco países integrantes do grupo, ele não acredita que o grupo esteja em perigo e possa acabar. "As dificuldades do Brasil, Rússia e África do Sul são conjunturais. O bloco continua a representar uma parte importante da economia mundial. Todos são grandes países, que têm objetivos estratégicos comuns e podem representar um contraponto importante em relação às potências ocidentais do norte", argumenta.

Sobre a estreia do presidente Michel Temer numa cúpula dos Brics, Paulo Nogueira garante que o Brasil, que além da crise econômica vive uma grave crise política, é recebido com respeito em Goa: "O grupo transcende conjunturas. Todos são recebidos com respeito e espírito de cooperação."


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