Ouvir Baixar Podcast
  • 14h27 - 14h30 GMT
    Flash de notícias 20/11 14h27 GMT
  • 14h06 - 14h27 GMT
    Programa 20/11 14h06 GMT
  • 14h00 - 14h06 GMT
    Jornal 20/11 14h00 GMT
  • 08h57 - 09h00 GMT
    Flash de notícias 20/11 08h57 GMT
  • 08h36 - 08h57 GMT
    Programa 20/11 08h36 GMT
  • 08h30 - 08h36 GMT
    Jornal 20/11 08h30 GMT
  • 08h33 - 08h57 GMT
    Programa 18/11 08h33 GMT
  • 08h30 - 08h33 GMT
    Jornal 18/11 08h30 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.

Marion Aubrée:“É exagerado falar de terrorismo religioso no Brasil”

Marion Aubrée:“É exagerado falar de terrorismo religioso no Brasil”
 
A antropóloga Marion Aubrée compara o fundamentalismo evangélico com o do grupo Estado Islâmico Captura de vídeo

A antropóloga Marion Aubrée fala sobre as particularidades, divergências e contradições de novos fenômenos religiosos brasileiros.

O caldeirão étnico-religioso brasileiro é um dos ‘melting pots’ mais diversificados do planeta. O que poderia ser uma guerra de crenças e panteões de culto encontrou, no entanto, sua melhor tradução no sincretismo inter-religioso brasileiro.

Como anda a temperatura desse caldeirão de crenças e cultos no Brasil?Para a antropóloga Marion Aubrée, especialista em religiões da América Latina do Centro de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris (EHESS, na sigla em francês), as religiões de origem afro-brasileira sempre foram objeto de certa discriminação por parte das elites religiosas brasileiras. "Nos últimos 50 anos, elas tinham se beneficiado da dinâmica criada pelos estudos antropológicos, que mostravam toda a riqueza simbólica que elas têm. Apesar dos ataques que estas religiões sofreram nos últimos 20 anos por parte dos evangélicos fundamentalistas - e eu me refiro aos neopentecostais -, elas conquistaram o direito de se expressar publicamente”, explicou a antropóloga, analisando que "apesar da violência deles não ser como a do grupo Estado Islâmico, existe um fundamentalismo comum, que é a eliminação da história para retornar às fontes. No entanto, seria exagerado falar em terrorismo religioso no Brasil, pela carga que essa expressão carrega nesse momento”, explica.

Comentando a queimada de alguns terreiros de umbanda, e lembrando que nem todos os evangélicos são fundamentalistas, como também nem todos os muçulmanos o são também, Marion Aubrée pensa que essa corrente vai contra as religiões afro-brasileiras por outra razão: conquistar o mercado religioso no Brasil.

Mesmo se a antropóloga acredita que o Brasil continua sendo um Estado laico, ela destaca que os evangélicos neopentecostais hoje entraram na política e estão fazendo muitos adeptos.

 

Clique na foto acima para ouvir a entrevista.

 


Sobre o mesmo assunto

  • Brasil-África

    Igrejas evangélicas brasileiras experimentam sucesso crescente em Moçambique

    Saiba mais

  • Brasil/França

    Les Echos destaca importância crescente dos evangélicos no Brasil

    Saiba mais

  • Brasil

    Inauguração de templo da Igreja Universal repercute na imprensa estrangeira

    Saiba mais

  • Fato em Foco

    Especialista explica porque Igreja Universal conquistou tanto espaço no Brasil

    Saiba mais

  • Cristãos/Perseguição

    Milhares de cristãos são mortos por ano por causa de sua fé

    Saiba mais

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. ...
  5. seguinte >
  6. último >
Programas
 
O tempo de conexão expirou.