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Último desafio dos jogos do Rio é retorno de delegações estrangeiras

Último desafio dos jogos do Rio é retorno de delegações estrangeiras
 
Tóquio sediará os Jogos de 2020. REUTERS/Fabrizio

O Rio de Janeiro se despediu ontem dos Jogos Olimpícos com mais uma grande festa na cerimônia de encerramento no Maracanã. O desafio nesta segunda-feira (22) é embarcar as delegações que vão deixar a cidade.

Durante 17 dias, a cidade acolheu milhares de atletas e turistas que se misturaram aos cariocas para celebrar o maior evento esportivo do planeta. Nesta segunda-feira, foi decretado feriado no Rio de Janeiro para permitir o deslocamento mais rápido das delegações estrangeiras até o aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão.

A prefeitura manteve as faixas exclusivas para carros oficiais do Jogos e pediu que os cariocas evitem utilizar seus veículos durante o dia. As áreas públicas de lazer, como as orlas de Copacabana, Ipanema e o Aterro do Flamengo, permanecerão fechadas para não atrapalhar o fluxo.

Os passageiros são orientados a chegar com até seis horas de antecedência ao aeroporto Galeão por causa das filas e do movimento que será recorde, com 85 mil passageiros, ao invés de 40 mil normalmente. Mais de 28 mil bagagens serão despachadas.

Além da programação normal, outros 76 voos foram agendados para decolar do Rio de Janeiro, um recorde de movimento em um mesmo dia. Este será o último desafio da logística em relação aos Jogos. A partir de terça-feira (23), o Rio de Janeiro deverá começar a voltar ao seu ritmo normal.

Primeiros Jogos Olímpicos realizados na América do Sul foram um sucesso

O próprio Comitê Olímpico Internacional parabenizou os cariocas e os brasileiros pela realização da Olimpíada. Durante a cerimônia de encerramento ontem, no Maracanã, o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, elogiou os brasileiros e classificou o evento como "Jogos maravilhosos na Cidade Maravilhosa". O chefão do COI se referiu discretamente ao contexto difícil em que foi realizada a Olimpíada e ressaltou o legado para as futuras gerações da cidade.

Emocionado e certamente aliviado, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e da Rio 2016, Carlos Nuzmann, disse que os brasileiros podem se sentir orgulhosos por terem organizado o evento. “O desafio foi grande. O Rio se modernizou e se transformou. É uma cidade melhor. Foram sete anos de luta e muito trabalho, mas valeu a pena”, afirmou.

Além dos discursos protocolares, a cerimônia de encerramento foi marcada por uma grande festa no gramado, debaixo de chuva, vista por arquibancadas não totalmente lotadas. Os atletas representando 206 delegações e o Time de Refugiados do COI viram a diversidade da cultura brasileira, representada com muita música, coreografias que homenagearam os cartões postais do Rio, rendeiras, povos indígenas, poetas que falaram de saudade e até desfile de uma mini escola de samba no final.

O público se entristeceu com o apagar da chama olímpica e viu uma rápida apresentação de Tóquio, que mostrou o primeiro-ministro Shinzo Abe fantasiado de Super Mario, famoso personagem de videogame. Apesar dos cortes no orçamento, a cerimônia de encerramento encantou e deixou uma imagem contagiante com a simulação de um desfile de escola de samba no final. 

No plano esportivo, desempenho do Brasil ficou aquém das expectativas

A meta do país era se mostrar um potência olímpica e ficar entre os dez primeiros no quadro geral de medalhas. Não deu, mas não ficou longe e teve o melhor desempenho da história, na 13a posição na classificação geral. No total, foram 19 medalhas, sete de ouro, seis de prata e outras seis de bronze.

O Brasil avançou principalmente em esportes individuais, nos quais conquistou 10 medalhas, entre elas, modalidades pouco conhecidas, como a canoagem com Isaquias Queiroz, que entrou para a história ao ser o primeiro brasileiro a conquistar três medalhas em uma mesma Olimpíada: duas de prata e uma de bronze.

Ontem, o ministro dos Esportes, Leonardo Picciani, atribuiu o melhor desempenho global dos atletas do país em Jogos à participação recorde, - 465 esportistas - e aos R$ 4 bilhões investidos pelo governo federal por meio de programas de patrocínio como o Bolsa Atleta do ministério do Esporte e o Bolsa Pódio, uma categoria mais elevada e oferecida aos atletas de com chances de medalhas, em parceria com o ministério da Defesa.

Picciani garantiu que os investimentos vão continuar para os próximos jogos. O ministro voltou a dizer que as infraestruturas olímpicas do Rio vão fazer parte de uma rede nacional de treinamento para desenvolver o esporte em todo o país, das categorias de base até o alto rendimento. 


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