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"Coronéis midiáticos" regulam a relação da imprensa com o poder, segundo Repórteres sem Fronteiras

 
Emmanuel Colombié, diretor do departamento América Latina da ONG Repórteres sem fronteiras @ consulado frances no Rio

O diretor do departamento América Latina do Repórteres sem Fronteiras, Emmanuel Colombié, comenta no programa RFI Convida o mais novo relatório da ONG sobre os riscos do monopólio dos meios de comunicação para a liberdade de informação.

Quem controla a imprensa mundial? A questão da independência da imprensa é o ponto principal do novo relatório da ONG Repórteres sem Fronteiras, intitulado "Mídia, os oligarcas vão às compras".

"Escolhemos usar o termo oligarcas para designar aqueles magnatas que constroem impérios midiáticos e os colocam a serviço de interesses econômicos ou políticos", explica Emmanuel Colombié, diretor do departamento América Latina da organização.

"Temos no Brasil uma mistura entre produção de informação e de entretenimento que é perigosa", afirma Colombié, que cita a Globo, o SBT e a Rede Record na lista dos grandes grupos midiáticos brasileiros, controlados por famílias. "São o que chamamos de 'coronéis midiáticos' que se encontram na base da fortíssima dependência da mídia brasileira aos centros de poder", detalha.

"Há outros exemplos no resto do mundo também, como a China, obviamente, e na Itália, com a história do Berlusconi, que ilustra essa influência política sobre as mídias", relata. "É um informe mundial, mas abordamos principalmente a Turquia, Índia, Rússia e Hungria", que são os exemplos mais desenvolvidos nesse relatório.

Clique aqui para acessar a íntegra do novo relatório da ONG Repóteres sem Fronteiras.

 

 


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