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Crianças "diferentes" ainda sofrem com bullying no Brasil, diz psicóloga

Crianças
 
Marta Helena Burity Serpa é professora de psicologia e educação especial na Universidade Federal de Campina Grande (PB). RFI

 "Como temos uma sociedade muito diversa, o problema do bullying com crianças 'diferentes' ainda é grave nas escolas", avalia a professora de psicologia e educação especial na Universidade Federal de Campina Grande (PB), Marta Helena Burity Serpa, que esteve no RFI Convida desta terça-feira (31). A especialista veio a Paris para participar de conferências sobre a questão da violência na escola.

Na capital francesa, Marta Helena apresentou um trabalho desenvolvido em uma escola pública de Campina Grande, junto a um adolescente com deficiência intelectual que sofria bullying. A especialista conta que os alunos incentivavam o jovem a agredir colegas, levando-o a acreditar que a violência era uma brincadeira.

A pesquisa desenvolvida pela especialista, depois de realizar um estágio em Paris, se baseou em três princípios: a pedagogia do francês Célestin Freinet, a sociometria, do norte-americano Jacob Levy Moreno, e a psicanálise. O método tem o objetivo, segundo ela, de estimular os próprios alunos a perceber a gravidade do bullying e, sem que haja interferência dos educadores, proporem iniciativas para evitar que essas violências se reproduzam. "O resultado foi supreendente porque a criança começa a ter espaço e voz na escola e, desta forma, progredir", ressalta.

A professora ressalta que as escolas brasileiras obedecem a uma política institucional preventiva contra o bullying, que faz parte da legislação do país desde o ano passado, e que o debate sobre a questão é presente. No entanto, esse tipo de violência ainda é uma realidade nos estabelecimentos de ensino do país, "não apenas com crianças com deficiência, mas com qualquer um que faça parte de uma minoria ou que seja 'diferente'".


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