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Brasil

“Jamais renunciarei”, afirma Dilma

media Presidente Dilma Rousseff discursa durante reunião com juristas contrários ao impeachment. Reuters

A presidente Dilma Rousseff denunciou, nesta terça-feira (22), uma tentativa de “golpe de estado contra a democracia” orquestrado pela oposição. As afirmações foram feitas em discurso no Palácio do Planalto, em Brasília, durante um encontro da presidente com juristas que são contrários ao processo de impeachment.

“Eu não cometi nenhum crime, eu jamais renunciarei”, disse a presidente que sofre acusações de ter maquiado as contas públicas para favorecer sua reeleição em 2014. “Não cabem meias palavras. O que está em curso é um golpe de estado contra a democracia”, disse. A presidente afirmou ainda que o pedido de impeachment não tem base legal. “Condenar uma pessoa por um crime que ela não cometeu é a pior injustiça possível. Eu já fui vítima deste tipo de crime durante a ditadura militar”, relembrou.

“É claro que eu não gostaria de estar vivendo este momento, mas que fique claro que me sobram disposição e respeito à democracia para enfrentar a conjuração que ameaça a estabilidade democrática do país”. E a presidente concluiu sua fala dizendo que tem a certeza de que não haverá nenhum golpe de estado no Brasil.

Uma comissão especial de deputados examina, desde a última sexta-feira, o pedido de impeachment da presidente. A comissão tem um mês para manifestar-se a favor ou contra o impedimento de Dilma. Caso a comissão entenda que o impeachment é cabível, dois terços dos deputados (342 entre os 513) devem votar a favor do posicionamento da Comissão. Só assim o processo poderá seguir para o Senado, que também precisa aprovar o pedido de impeachment por dois terços da casa.

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