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Brasil

Marcelo Odebrecht condenado a 19 anos de prisão por corrupção na Petrobras

media O ex-presidente e herdeiro do grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht. AFP PHOTO / HEULER ANDREY

A justiça condenou nesta terça-feira (8) o empresário Marcelo Odebrecht a 19 anos e quatro meses de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa dentro do escândalo envolvendo a Petrobras.

O empreiteiro, na prisão há quase nove meses, foi até dezembro passado presidente da construtora que leva seu nome. "Entre os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa há concurso material, motivo pelo qual as penas somas chegam a 19 anos e quatro meses de reclusão, que reputo definitivas", assinala na sentença o juiz Sergio Moro.

Foram condenadas, ainda, outras oito pessoas: os executivos da Odebrecht Márcio Faria da Silva, Rogério Santos de Araújo, Cesar Ramos Rocha e Alexandrino de Salles Ramos de Alencar; os ex-diretores da Petrobras Renato Duque, Pedro José Barusco Filho, Paulo Roberto Costa; e o doleiro Alberto Youssef   este com a maior pena, de 20 anos e quatro meses.

Delação

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o dirigente já autorizou executivos da empreiteira a negociarem acordos de delação premiada com a Justiça para tentar reduzir suas penas. O próprio Marcelo Odebrecht estaria estudando a possibilidade de fazer o mesmo.

Em sua defesa, os advogados do empreiteiro alegaram que os desvios na Petrobras foram realizados por uma “gigantesca rede”, de estrutura descentralizada, e que, portanto, o réu não teria tomado conhecimento do que se passava.

 
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