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Brasil

Na COP 21, Dilma diz que responsáveis por desastre em Mariana são punidos

media A presidente Dilma Rousseff discursa na sessão plenária da COP 21, em Paris. REUTERS/Christian Hartmann

A presidente Dilma Rousseff começou o seu discurso na Conferência da ONU sobre as Mudanças Climáticas (COP21), em Paris, falando sobre a catástrofe ambiental em Mariana. A presidente disse que os “responsáveis pela tragédia” estão sendo “punidos severamente”.

Dilma classificou o rompimento de duas barragens em Minas Gerais como “uma ação irresponsável de empresas”, que “provocou o maior desastre ambiental na história do Brasil, na grande bacia hidrográfica do Rio Doce”. “Estamos reagindo ao desastre, com medidas de redução de danos, apoio às populações atingidas, prevenção de novas ocorrências e também punindo severamente os responsáveis por essa tragédia”, declarou a presidente. 

A líder brasileira ressaltou que o Brasil já enfrenta as consequências das mudanças climáticas: citou as secas no nordeste, as chuvas e inundações no sul e no sudeste do país, além do fenômeno El Niño, que “tem nos golpeado com força”, segundo a presidente. Entre os especialistas, há divergências sobre se o fenômeno meteorológico é, de fato, um efeito das alterações do clima.

Dilma quer acordo legalmente vinculante

Dilma pediu para que o acordo climático que está sendo negociado em Paris seja “legalmente vinculante”, ou seja, que tenha força de lei para os países signatários.

A COP 21 começou na manhã desta segunda-feira (3) na capital francesa, com a presença de 150 chefes de Estado e de Governo.

“Estamos aqui em Paris para construir uma resposta conjunta que só será eficaz se for coletiva e justa. A melhor maneira de construir soluções comuns é a nossa união em torno de um acordo justo, universal e ambicioso, que limite nesse século a elevação da temperatura média global a 2ºC”, afirmou Dilma, no plenário da conferência. “Para isso devemos construir um acordo que seja também, e fundamentalmente, legalmente vinculante.”

A presidente argumentou que a conferência não pode ser “um simples resumo das melhores intenções de todos”, e deve definir de que maneira cada país deverá contribuir para limitar o aquecimento do planeta.

Presidente condena o terrorismo

Dilma também expressou a solidariedade dos brasileiros com os franceses depois dos atentados em Paris e Saint-Denis. “O Brasil condena o terrorismo, onde quer que ocorra, e qualquer que seja a sua motivação, afirmou Dilma.

Ao contrário de outros líderes que estão em Paris, como Barack Obama, a presidente brasileira não visitou o local dos ataques. Ela está na capital francesa desde sábado, sem agenda oficial.

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