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Brasil

Presença de Dilma em Bogotá reforça laços entre Brasil e Colômbia

media Juan Manuel Santos recebe Dilma Rousseff, em Bogotá, nesta sexta-feira (9/10/15). REUTERS/John Vizcaino

Os presidentes da Colômbia, Juan Manuel Santos, e do Brasil, Dilma Rousseff, anunciaram nesta sexta-feira (9) durante a primeira visita oficial da presidente a Bogotá, a intensificação dos acordos comerciais, tendo em vista o pós-conflito colombiano e a biodiversidade. Os dois governos também assinaram tratados sobre diplomacia, educação, tecnologia da informação e integração fronteiriça.

Com informações da AFP e da repórter Mariana Clini Diana, de Bogotá, Colômbia

"O Brasil quer trabalhar na fase de pós-conflito", disse Dilma, que destacou as oportunidades na agricultura e infraestrutura no país vizinho, em uma aparição conjunta com Santos na Casa de Nariño. "Metade do país ainda precisa se desenvolver e a outra metade, desenvolver a sua produtividade", ressaltou Santos.

O governo colombiano e a guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) estão na reta final de um processo de paz que busca acabar com 50 anos de conflito armado. Um dos acordos parciais alcançados nessas negociações é precisamente o desenvolvimento agrícola. Dilma também declarou que o Brasil contribuirá com a inclusão social, que será um grande desafio para a Colômbia depois que um possível acordo seja assinado com as Farc.

Meio Ambiente

Colômbia e Brasil, dois dos países com maior biodiversidade do mundo, também discutiram uma agenda comum em matéria de meio ambiente, para ir com uma "posição comum" à Cúpula sobre as Mudanças Climáticas (Cop21), a ser realizada em Paris em dezembro.

"Demos um passo muito importante para a Cop21 em Paris", afirmou Dilma. "Nós compartilhamos uma das maiores riquezas, que é a Amazônia: esta é a nossa maior contribuição à sustentabilidade do planeta", ressaltou.

Colômbia e Brasil, que compartilham uma fronteira de 1.645 quilômetros, tiveram no ano passado um comércio bilateral de US$ 4,1 bilhões, com um aumento de 165% em relação a 2005, segundo o governo colombiano.

Mais de 50 empresas brasileiras operam na Colômbia, a quarta maior economia da América Latina de acordo com o Banco Mundial, especialmente nas áreas de energia, mineração e construção, bem como em tecnologia e comunicações.

Dilma volta ainda nesta sexta-feira a Brasília.

 

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