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Economia

Apesar da crise, mercado brasileiro impulsiona lucros da rede francesa Carrefour

media O diretor do grupo Carrefour Georges Plassat. REUTERS/Charles Platiau

No balanço divulgado nesta semana, o grupo de supermercados francês Carrefour celebrou um ótimo desempenho no mercado sul-americano no primeiro semestre do ano, impulsionado pelo Brasil. Enquanto as filiais da França e da China apresentam maus resultados, o crescimento na América Latina foi de 15,5%, tornando a região a mais rentável para o grupo, com uma margem de lucro de 4,1%.

A América Latina agora representa 19% de toda a atividade econômica do Carrefour. Em uma reportagem do jornal Le Figaro deste sábado (1), o diretor do grupo, Georges Plassat, diz que está confiante na capacidade do Carrefour de resistir às turbulências econômicas e políticas por que passa o país.

“O Brasil é um país de consumo tipicamente latino, ligado ao prazer. E isso é fundamental para um distribuidor de alimentos”, explicou Plassat. Segundo o diretor, a rede apostou em produtos frescos e em aproximar as lojas do público. “A América do Sul vai muito bem. Estou convencido de que ela contribuirá para o crescimento do grupo nos próximos cinco anos”, afirmou Plassat ao Le Figaro.

Ruim na China

Os bons resultados globais – crescimento de 3,9% – são creditados aos três anos de trabalho de Plassat, que reformulou a política do Carrefour depois de vários anos de resultados medianos. O crescimento na Europa também foi bom, multiplicando por 2,5 o resultado operacional no continente, graças a países que estavam em crise havia pelo menos dois anos e que agora voltaram a crescer, como a Espanha. Já a França apresentou estagnação, mas sem sofrer impacto da compra do grupo Dia em 2014.

A Ásia se tornou o grande calcanhar de Aquiles do grupo Carrefour, com uma queda de 9,7% nas vendas, fazendo o resultado operacional cair em 50%. O grande vilão seria a China, onde muitas empresas reduziram os cupons de compra que davam a seus empregados. A estratégia do Carrefour para se recuperar na Ásia será parecida com a que vem implementando na América Latina: lojas menores e mais próximas do consumidor.

 

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