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Brasil

Na Palestina, Eduardo Cunha diz que Brasil é contra boicote de produtos israelenses

media Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, continua sua viagem pelo Oriente Médio. REUTERS/Ueslei Marcelino

Em seu segundo dia de visita ao Oriente Médio, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, foi recebido nesta quinta-feira (4)  pelo presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas. O representante de Brasília demonstrou apoio aos palestinos, mas disse que o Brasil é contra qualquer tipo de boicote contra produtos israelenses. 

Daniela Kresch, correspondente da RFI em Jerusalém

Abbas agradeceu Cunha pelo apoio brasileiro aos palestinos através do reconhecimento do Estado da Palestina, em 2011. Já o negociador palestino Saeb Erekat pediu que o presidente da Câmara levasse ao Congresso e à presidente Dilma Rousseff um pedido do governo de Ramallah: que o Brasil boicote produtos israelenses feitos em colônias da Cisjordânia.

"Pedimos ao governo brasileiro para que pare de comprar produtos de colônias. Eles devem ser boicotados. Dezesseis países europeus já decidiram indicar esses produtos com um selo especial", disse o representante dos palestinos, que consideram que essas colônias são ilegais, pois a região está ocupada militarmente por Israel desde 1967.

Cunha, no entanto, afirmou ser contra esse tipo sanção. "Não acho que boicote de nenhuma natureza é solução para nada", disse o presidente da Câmara.

Polêmica sobre gastos da viagem

O brasileiro e uma delegação de 12 deputados viajou até Ramallah, a capital política da Palestina, um dia depois de ter cumprido intensa agenda em Israel, onde foi recebido com honras de chefe de Estado. Nesta sexta-feira (5), o grupo faz uma pausa na agenda política para fazer turismo religioso.

Os 12 parlamentares, seis dos quais viajaram com esposas, vão até o Mar da Galileia e à cidade de Nazaré. No sábado, eles visitam Belém, cidade onde, segundo a tradição cristã, Jesus nasceu. Depois, embarcam para Moscou, na Rússia, onde participam, na segunda-feira, do fórum parlamentar dos BRICs (grupo composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Diante das críticas sobre os gastos da viagem com uma delegação tão numerosa (12 deputados em Israel e 14 em Moscou), Eduardo Cunha afirmou que se trata de uma injustiça. "Eu, por exemplo, estou a convite total. Nem a minha diária de hotel estou pagando. Parlamentares que trouxeram suas esposas, pagaram de seus bolsos", assegurou.

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