Ouvir Baixar Podcast
  • 14h27 - 14h30 GMT
    Flash de notícias 09/12 14h27 GMT
  • 14h06 - 14h27 GMT
    Programa 09/12 14h06 GMT
  • 14h00 - 14h06 GMT
    Jornal 09/12 14h00 GMT
  • 08h57 - 09h00 GMT
    Flash de notícias 09/12 08h57 GMT
  • 08h33 - 08h57 GMT
    Programa 09/12 08h33 GMT
  • 08h30 - 08h33 GMT
    Jornal 09/12 08h30 GMT
  • 08h36 - 08h57 GMT
    Programa 07/12 08h36 GMT
  • 08h30 - 08h36 GMT
    Jornal 07/12 08h30 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Brasil

Para agência Fitch, Brasil deve passar em teste dos aeroportos

media Obras de ampliação do Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fotaleza. REUTERS/Davi Pinheiro

Os aeroportos brasileiros provavelmente vão conseguir lidar com o tráfego extra de passageiros que será gerado pela Copa do Mundo de futebol, afirmou a agência de classificação de risco Fitch em comunicado nesta segunda-feira (19). Enquanto isso, no México, Pelé declarou concordar com reivindicações sociais no Brasil, mas lamenta que protestos contra o evento possam prejudicar o país.

A agência Fitch afirmou que os aeroportos internacionais de Cuiabá (onde acontecem quatro jogos), Fortaleza (seis jogos) e Confins (seis jogos) "apresentam os mais significativos riscos de atrasos no término de obras até a Copa do Mundo". Segundo a Fitch, o aeroporto de Cuiabá é o que apresenta a situação "mais desafiadora", com apenas 75 por cento das obras programadas completadas.

A agência também comentou que as redes urbanas de transporte público não têm infraestrutura de conexão adequada com os aeroportos e que para acomodar o fluxo de turistas durante os dias de jogos, "cidades como Rio de Janeiro declararam feriados".

Mais escolas e hospitais

As consequências dos protestos contra a Copa do Mundo podem trazer perdas para o Brasil, declarou Pelé, durante entrevista coletiva nesta segunda-feira (19), em Huixquilucan, nos arredores da Cidade do México. “O Brasil precisa de mais escolas e hospitais”, declarou o ex-jogador, mas ele acrescentou estar “muito sentido” com o fato de que o futebol e a seleção brasileira estarem pagando pela “corrupção e pela política”.

O tricampeão de 73 anos acrescentou que esses protestos deveriam ter sido feitos há sete anos, quando a escolha do Brasil foi anunciada. “Não se deve confundir corrupção, política e ladrões que roubaram para construir os estádios com os jogadores”, uma vez que os atletas “promovem o Brasil”, disse Pelé.

O rei do futebol também foi destaque nesta segunda-feira do suplemento esportivo do jornal alemão Bild. "É inaceitável que vários estádios não estejam prontos. Tivemos vários anos (para fazer as obras), bem mais do que o necessário. É uma vergonha", declarou Pelé.
 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.