Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 22/09 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 22/09 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 22/09 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 22/09 09h57 GMT
  • 09h33 - 09h57 GMT
    Programa 22/09 09h33 GMT
  • 09h30 - 09h33 GMT
    Jornal 22/09 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 21/09 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 21/09 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Brasil

Finalistas dão última cartada para vencer licitação brasileira de caças

media Matéria sobre a licitação dos caças brasileiros publicada na edição de hoje do jornal Les Echos. RFI

O diário econômico Les Echos informa em sua edição de hoje que o processo de venda de 36 aviões de caça à Força Aérea Brasileira (FAB) entrou na reta final, após dez anos de negociações. O jornal conta que as três empresas finalistas ― a francesa Dassault, fabricante do Rafale, a sueca Saab, do Gripen, e a americana Boeing, do F-18 Super Hornet ― dão suas últimas cartadas para abocanhar a licitação do governo brasileiro.

Aproveitando a visita da presidente Dilma Rousseff aos Estados Unidos, Les Echos relata que a Boeing tenta se manter viva na disputa pela renovação da frota da FAB. O jornal comenta que o fabricante americano ficou numa situação delicada, recentemente, depois que o governo Obama cancelou a compra de aviões de reconhecimento fabricados pela Embraer. Para aparar as arestas, a secretária de Estado, Hillary Clinton, estará em Brasília no início da semana que vem, escreve Les Echos

Sem se dar por vencida, a Boeing posicionou seus peões anunciando, na véspera da visita de Dilma a Washington, a abertura de um centro de pesquisa e tecnologia no Brasil. Com isso, a Boeing demonstra seu interesse em estreitar as parcerias com o país tanto no plano da aviação civil quanto militar.

Do lado francês, a escolha do Rafale pela Índia eliminou do caminho um obstáculo que pesava contra o caça francês: o fato de o Rafale nunca ter sido exportado. Assim como exige o Brasil, a Índia conseguiu obter alguns pontos de transferência de tecnologia e treinamento de mão de obra qualificada para trabalhar na manutenção dos aparelhos.

O sueco Gripen, fabricado pela Saab, durante um momento o caça preferido dos militares brasileiros, tem a vantagem de já ter instalado seu próprio centro de pesquisas no ABC paulista.

Quem será, então, o vencedor da licitação que poderá ser anunciado no final de junho? Les Echos aposta no caça francês Rafale por dois motivos. Primeiro, porque Dilma costuma seguir as orientações de seu mentor, o ex-presidente Lula. Em segundo lugar, porque ela costuma decidir em coisas que Lula preferia tergiversar. 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.