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Brasil

ONG denuncia multinacionais que desrespeitam índigenas

media A ONG Survival International defende o direito de povos indígenas survival

A Survival International aproveita o dia da Descoberta da America, 12 de outubro, para divulgar os vencedores do “Top 5 da vergonha”, que divulga quem são as empresas que mais desrespeitam comunidades indígenas no mundo. Entre elas, a gigante francesa GDF Suez, envolvida na construção da barragem do Jirau, na Amazônia.

 

As cinco multinacionais que menos respeitam os direitos dos povos indígenas no mundo são: a GDF Suez (do setor energético), parcialmente nas mãos do Estado francês, a Perenco/Repsol (união da franco-britânica Perenco e da hispano-argentina Repsol-YPF), a malásia Samling (exploração madeireira), a operadora de turismo de luxo Wilderness Safáris (operando no Botwana) e a brasileira Yaguareté Porã, do setor de criação de gado.

A francesa GDF Suez é citada pela participação que tem na construção da barragem do Jirau, no rio Madeira, na Amazônia brasileira. As obras avançam, apesar dos protestos de organizações não-governamentais que alertam para o perigo a barragem pode levar aos índios isolados da área, além das consequências do impacto ambiental.

A Yaguareté Porã, explica um comunicado da Survival International, é uma das mencionadas na lista por causa de sua determinação em destruir grandes áreas florestais do Chaco paraguaio, onde vivem os índios isolados ayoreo, para transformá-las em pastos. A companhia brasileira foi inclusive multada pelo ministério do Meio Ambiente do Paraguai, por dissimular a presença dos indígenas na região onde a empresa tem uma licença de exploração. A reportagem da RFI entrou em contato com a Yaguareté Porã, mas a presidência da empresa não respondeu aos nossos pedidos de entrevista.

Stephen Corry, diretor da Survival International, declarou que essas companhias simbolizam tudo o que representa o dia de Cristóvão Colombo: “a luta pelo dinheiro em detrimento de povos que querem apenas vivem em paz em sua própria terra”. Ele acrescenta: “518 anos após a conquista da América, já é hora de os povos indígenas serem tratados com mais respeito".

 

 

 
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