Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 22/09 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 22/09 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 22/09 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 22/09 09h57 GMT
  • 09h33 - 09h57 GMT
    Programa 22/09 09h33 GMT
  • 09h30 - 09h33 GMT
    Jornal 22/09 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 21/09 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 21/09 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Brasil

Propaganda eleitoral no rádio e na TV é muito mais importante no Brasil do que na França

media A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, vistoria cenário onde gravou programa eleitoral Elza Fiúza/ABr

Recomeça nesta sexta-feira no Brasil o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão para o segundo turno das eleições presidenciais e governadores, nos nove estados onde os candidatos não conseguiram maioria no primeiro turno. A cientista política francesa Maria Helena Sá Vilas Boas compara a importância da propaganda eleitoral entre a França e o Brasil. Ela acredita que os candidatos a presidente vão aproveitar essa nova fase para redefinir sua imagem.

A propaganda eleitoral no rádio e na TV é muito mais importante no Brasil do que na França, avalia a cientista política francesa Maria Helena Sá Vilas Boas, do Instituto de Estudos Políticos de Lyon. “No Brasil, a campanha eleitoral nos meios de comunicação escritos não tem a mesma recepção pelas características sócio-econômicas. Com isso, as campanhas nos meios eletrônicos são mais importantes”, afirma Vilas Boas.

Maria Helena Sá Vilas Boas acrescenta ainda que, em diversos paises, poucos estudos mostram a influência real da campanha na mídia eletrônica na escolha do voto pelo eleitor. No Brasil, porém, os programas eleitorais no rádio e na TV podem redefinir a imagem dos candidatos, sobretudo agora no segundo turno. “Vimos essa influência na campanha de 2006, quando o Lula mudou a sua estratégia eleitoral entre o primeiro e o segundo turno, tendo um discurso mais à esquerda para ganhar um eleitorado mais largo. E ele fez isso principalmente pela mídia eletrônica”, coloca a cientista política.

Mudanças para o segundo turno

Ao contrario do primeiro turno, cada candidato tem agora o mesmo tempo no horário eleitoral gratuito, dez minutos no período da tarde, às 13h, e outros 10 minutos, às 20h30. No rádio, os programas em bloco serão transmitidos às 7h e ao meio-dia. Os candidatos a governadores terão tempos semelhantes.

Cada candidato terá direito também a 7 minutos e 30 segundos de inserções de no máximo 30 segundos a ser distribuídas pelas emissoras ao longo da programação diária. A propaganda no rádio e na TV acontece até o dia 29 de outubro.

Cientista política francesa analisa propaganda eleitoral no Brasil 08/10/2010 Ouvir

 

 
O tempo de conexão expirou.