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Américas

Trump demite John Bolton, seu terceiro assessor de segurança nacional

media Donald Trump disse que não concordava com muitas posições de John Bolton. REUTERS/Jim Young

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira (10) a demissão de seu assessor de segurança nacional, John Bolton. O chefe da Casa Branca alegou estar "fortemente" em desacordo com muitas das posições do político veterano, muito duro a respeito da Venezuela, Cuba, Irã, Rússia e Coreia do Norte.

"Ontem à noite informei John Bolton que seus serviços não são mais necessários na Casa Branca. Estava fortemente em desacordo com muitas de suas sugestões, assim como outros no governo, e, portanto, pedi sua demissão, que me foi entregue esta manhã", escreveu Trump no Twitter.

Bolton, 70 anos, ocupou cargos importantes na política norte-americana. Ele foi, entre outros, embaixador do país nas Nações Unidas durante a administração de George W. Bush. Controverso por seu estreito vínculo com a invasão do Iraque, ele foi considerado um dos principais impulsionadores da abordagem dura de Trump em relação ao Irã, Venezuela, Cuba, Nicarágua e Coreia do Norte.

Dança das cadeiras

O assessor de segurança nacional estava no cargo desde abril de 2018. Terceiro conselheiro a ser demitido do posto, ele havia substituído Herbert Raymond McMaster, que assumiu no lugar de Michael Flynn, descartado apenas quatro semanas após a posse de Trump.

Bolton é a quarta baixa importante na administração Trump apenas este ano. Em 2018, onze membros da equipe presidencial foram mandados embora ou pediram demissão.

O pecado de Bolton seria seu frequente desacordo com o secretário de Estado Mike Pompeo, um dos colaboradores mais próximos do presidente norte-americano.

Trump anunciou que nomeará seu substituto na próxima semana.

(Com informações da AFP)

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