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Américas

Moeda chinesa despenca, mas EUA e China tentam apaziguar tensão comercial

media Um investidor olha para as telas que mostram os movimentos do mercado de ações em uma empresa de valores mobiliários em Pequim em 26 de agosto de 2019. WANG Zhao / AFP

O yuan registrou nesta segunda-feira (26) seu nível mais baixo desde 2008, com queda de 4%. O valor da moeda é controlado pelo governo chinês e sua alta pode exacerbar as tensões comerciais com os Estados Unidos. Pela manhã, o yuan foi cotado em 7,1406 por dólar.

A evolução da moeda chinesa está sendo acompanhada de perto pelo governo americano, que já acusou abertamente Pequim de manipular o yuan para beneficiar suas exportações. A moeda não pode ser convertida livremente e é controlada de maneira rígida pelo governo chinês, que limita a flutuação frente ao dólar a uma margem de 2% acima ou abaixo de um valor estabelecido pelo Banco Central, diariamente.

O objetivo é refletir as tendências de mercado e controlar a volatilidade. A desvalorização yuan deixa as exportações chinesas mais baratas e compensa, em parte, o aumento das tarifas americanas.

Apesar do contexto tenso, as declarações da China e dos Estados Unidos desta segunda-feira (26) em Biarritz, no sudoeste da França, onde acontece a cúpula do G7, foram menos agressivas do que o esperado. Elas mostram que os dois países buscam apaziguar o conflito comercial que os opõem e levaram ao aumento de diversas tarifas alfandegárias.

“Vamos iniciar as negociações em pouco tempo. Chegaremos a um acordo com a China e as negociações nunca foram 'tão significativas', declarou Trump. “Estamos dispostos a resolver tranquilamente o problema cooperando e através de consultas mútuas. Nós nos opomos à escalada da guerra comercial”, declarou o vice-primeiro-ministro chinês, Lui He, citado pela revista Caixin.

“Manipulador de divisas”

A China anunciou nesta sexta-feira (23) que iria aumentar suas tarifas alfandegárias sobre os produtos americanos, que representam US$ 75 bilhões de importações anuais. Washington reagiu imediatamente, anunciando um aumento maior do que o previsto das taxas sobre os produtos chineses, que devem entrar em vigor em dezembro. O presidente Donald Trump aumentou o temor ao ordenar que as empresas americanas procurem alternativas à produção em território chinês.

A moeda chinesa já havia superado a barreira de 7 yuanes por dólar no início de agosto, pouco depois de o governo dos Estados Unidos anunciar a intenção de impor novas tarifas às importações da China a partir de setembro.

O movimento levou Washington a chamar Pequim de "manipulador de divisas". No total, na guerra comercial iniciada há mais de um ano, China e Estados Unidos anunciaram tarifas punitivas sobre mais de US$ 360 bilhões de comércio ao ano.

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