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Américas

Mais de 200 prefeitos pedem maior controle ao mercado de armas nos EUA

media Os legisladores republicanos, em contato com o poderoso lobby de armas da National Rifle Association (NRA), são em grande parte contra qualquer lei que impeça o “direito constitucional dos norte-americanos de usar uma arma para se proteger”. DANIEL RAMALHO / AFP

Mais de 200 prefeitos de cidades norte-americanas pediram nesta quinta-feira (8) ao Senado que adote urgentemente novas leis para regulamentar o acesso a armas de fogo no país após o massacre do fim de semana nos Estados Unidos.

Os 214 prefeitos republicanos e democratas escreveram aos líderes do Senado norte-americano pedindo-lhes que convocassem uma sessão especial e que votassem dois projetos de lei já aprovados na Câmara dos Deputados para um maior controle na venda de armas de fogo no país.

Estes textos preveem o aumento da vigilância sobre os antecedentes dos compradores, em todas as transações, incluindo a venda de armas entre particulares ou em "feiras" de armas, e a extensão do prazo para 10 dias do tempo entre as verificações e a entrega das armas.

Cidades mais seguras

As reformas "tornariam nossas cidades mais seguras sem comprometer os direitos dos proprietários de armas", dizem os signatários, incluindo os prefeitos de El Paso, Texas, e Dayton, Ohio, onde 31 pessoas foram mortas a tiros no fim de semana, por atiradores armados com fuzis de assalto.

"Imploramos a vocês que interrompam o recesso parlamentar para votar essas leis e ajudar a reduzir a violência das armas e o pesado tributo pago pela nação e por nossas cidades", acrescentaram os mais de 200 prefeitos numa carta aos senadores norte-americanos.

Ambos os projetos de controle do mercado de armas foram aprovados em fevereiro pela Câmara dos Deputados do Congresso norte-americano, controlada pelos democratas, mas nunca foram colocados na agenda do Senado pelo líder da maioria republicana Mitch McConnell.

Os legisladores republicanos, a maioria dos quais tem contato com o poderoso lobby de armas da National Rifle Association (NRA), são em grande parte contra qualquer lei que, em sua opinião, impeça o “direito constitucional dos norte-americanos de usar uma arma para se proteger”.

Na quarta-feira, o presidente Donald Trump disse que era a favor de uma disposição legal para confiscar as armas de pessoas com transtornos mentais. Mas, segundo ele, não há "apetite político" em Washington por leis mais rígidas de controle a armamentos, como as adotadas pela Câmara, ou mesmo a proibição de fuzis

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