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Américas

Kim Jong-un diz que recebeu carta de Trump, mas faz mistério sobre conteúdo

media Kim Jong-un e Donald Trump durante a cúpula histórica de 12 de junho de 2018 em Singapura SAUL LOEB / AFP

O líder norte-coreano, Kim Jong Un, recebeu uma carta pessoal do presidente americano, Donald Trump. A informação foi divulgada neste domingo (23) pela agência oficial norte-coreana KCNA, que manteve entretanto o mistério sobre o conteúdo da missiva.

Segundo a agência norte-coreana, o conteúdo da carta é “excelente”. “O líder norte-coreano também agradeceu a “capacidade de julgamento político e valentia extraordinária do presidente Trump. Kim disse que levaria seriamente em consideração o conteúdo interessante da carta", segundo a agência.

A KCNA não forneceu mais detalhes e a Casa Branca se recusou a confirmar o envio de uma carta de Trump para o líder  norte-coreano, mas a presidência sul-coreana disse que foi informada da existência da correspondência. "Seul considera positivo que o diálogo entre o Norte e os Estados Unidos continue avançando por meio de trocas de cartas no mais alto nível", indicou a presidência do vizinho do Sul.

Em 11 de junho, Trump disse ter recebido uma carta "extraordinária" de Kim Jong- Un e declarou que continuaria confiando na Coreia do Norte, apesar da ausência de progressos na desnuclearização. As conversas sobre a questão nuclear entre Estados Unidos e Coreia do Norte estão paralisadas desde a reunião de cúpula de Hanói, em fevereiro, a segunda entre Trump e Kim Jong-un. Os dois não chegaram a um acordo sobre um possível relaxamento das sanções e sobre o que a Coreia deveria fazer em contrapartida.

Apoio da China

Kim Jong-un recebeu nesta semana o presidente da China, Xi Jinping, o único grande aliado de Pyongyang, apesar de também aplicar sanções internacionais contra o regime norte-coreano. O presidente chinês garantiu a Kim que saudou "os esforços da Coreia do Norte para manter a paz e a estabilidade na península coreana e promover sua desnuclearização".

Xi e Trump se encontrarão por ocasião da cúpula do G20 no final de junho no Japão. Analistas acreditam que o presidente chinês vai usar sua viagem a Pyongyang para mostrar ao colega americano a influência que ele tem sobre o líder norte-coreano. As tensões entre a Coreia do Norte e o resto do mundo diminuíram consideravelmente no ano passado. Esta distensão foi ilustrada em 2018 com a histórica reunião entre Kim e Trump em Singapura.

Mas sua segunda cúpula, em fevereiro passado, em Hanói, foi concluída sem progresso, permanecendo bloqueada na questão da desnuclearização da Coreia do Norte. Washington exige que isso ocorra antes da retirada das sanções, o que Pyongyang se recusa a fazer.

(Com informações da AFP)

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