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Américas

Detenção preventiva de 36 meses para Kuczynski é "tortura", diz filho de ex-presidente peruano

media O ex-presidente peruano Pedro Pablo Kuczynski deixa o palácio do governo, em Lima, após apresentar sua renúncia ao Congresso em março de 2018. REUTERS/Mariana Bazo

A família do ex-presidente peruano Pedro Pablo Kuczynski considera a ordem de prisão preventiva de 36 meses emitida contra ele na sexta-feira (19) como "uma sentença de morte" e uma "tortura", devido à idade avançada e aos problemas de saúde enfrentados pelo ex-dirigente de 80 anos.

"Uma detenção preventiva de 36 meses para um homem que tem quase 81 anos e apresenta problemas cardíacos é praticamente uma sentença de morte. Ele não merece passar por essa tortura", disse Alex Kuczynski, filho do ex-presidente. Alex leu um comunicado neste domingo (21) na porta de sua casa, ao lado de sua irmã Carolina, e de seu tio Miguel Kuczynski. É "absolutamente desumano", acrescentou o filho do ex-dirigente, apontando que a "única coisa que seu pai quis, ao aspirar à presidência, foi fazer do Peru um país melhor".

A justiça peruana ordenou na sexta-feira a detenção preventiva de Pedro Pablo Kuczynski, alegando perigo de fuga, no âmbito de uma investigação por suposta lavagem de dinheiro em um caso ligado ao escândalo da empreiteira brasileira Odebrecht.

Os familiares do ex-presidente (2016-2018) ressaltaram que "desde que ele renunciou à presidência, obedeceu a todas as convocações do Ministério Público e colaborou com todas as investigações". "Há um ano que ele está praticamente confinado em casa. Com esse comportamento, é inaceitável dizer que há um risco de fuga ou a intenção de escapar da justiça", explicou o filho do ex-presidente ao ler a declaração.

Kuczynski, ex-banqueiro de Wall Street, está internado em uma clínica onde passou por uma cirurgia cardíaca resultante de uma crise hipertensiva. Ele também cumpriu uma sentença de prisão de dez dias, encerrada no sábado, e está impedido de sair por 18 meses.

Segundo a carta lida por seus parentes, na sexta-feira, após ouvir a decisão da prisão preventiva, "uma equipe de policiais foi à clínica com a intenção de algemá-lo na cama". Isso foi evitado pelos médicos e enfermeiras que fizeram os policiais perceberem o horror que estavam cometendo", relatou o filho do ex-presidente. "Foi a coisa mais desumana e humilhante", disse Alex sobre o episódio. Kuczynski ainda está na Unidade de Terapia Intensiva da clínica.

Com informações de agências internacionais

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