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Américas

Governador da Califórnia suspende execução de penas de morte

media Governador da Califórnia Gavin Newsom. (foto de 5 de novembro de 2018) Alex EDELMAN / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP

O governador da Califórnia, Gavin Newsom, deve anuncia nesta quarta-feira (13) uma suspensão da execução de penas de morte. A medida beneficiaria 737 presos que estão no "corredor da morte" neste estado americano, o que representa o maior contingente do país. Um comunicado foi enviado à imprensa e o anúncio oficial está marcado para as 10h da manhã desta quarta-feira, no horário local.

"A pena de morte é incompatível com nossos valores fundamentais e atinge profundamente o ideal de ser californiano", afirma Newsom, que é do Partido Democrata, em trechos do seu discurso que foram enviados à imprensa. "Matar outra pessoa intencionalmente é imoral. Como governador, não vou autorizar a execução de nenhum indivíduo", acrescenta ele.

O atual governador da Califórnia assumiu o posto em janeiro de 2019 e tem um histórico de luta contra a pena de morte. Ele vai assinar um decreto acabando com o protocolo de injeção letal que existe no estado e ordenando o fechamento da sala de execuções na prisão de San Quentin, perto de São Francisco.

Trump descontente com a medida

O anúncio desagrada o presidente republicano Donald Trump que declarou no Twitter que Newsom iria impedir a execução de "737 assassinos cruéis condenados à morte”. Trump disse ainda que os “amigos e familiares das sempre esquecidas VÍTIMAS não estão contentes e eu também não”.

Já a senadora democrata da Califórnia Kamala Harris, uma das principais candidatas à eleição presidencial de 2020, saudou a decisão do governador. "A pena de morte é imoral, discriminatória, ineficaz e está provado que ela é aplicada de maneira injusta”, tuitou ela.

As cadeias da Califórnia são responsáveis por um quarto de todos os presos no corredor da morte nos Estados Unidos, segundo o gabinete do governador. Mas a última execução no estado foi em 2006. A Califórnia se junta aos estados do Colorado, Oregon e Pensilvânia que declararam uma suspensão das execuções, além de vinte outros que aboliram a pena de morte.

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